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Investigação Polícia detém suspeito de matar a menina Beatriz em Petrolina Homem teve a saliva coletada para comparar o DNA com o material encontrado na cena do crime

Publicado em: 31/10/2017 07:52 Atualizado em: 31/10/2017 08:48

Polícia detém suspeito de matar a menina Beatriz. Foto: Reprodução/ Polícia Civil
Polícia detém suspeito de matar a menina Beatriz. Foto: Reprodução/ Polícia Civil

Um homem preso por suspeita de matar um servidor da Prefeitura de Lagoa Grande, no último sábado, também pode ser o responsável pelo assassinato da menina Beatriz Angélica Mota, de sete anos, em dezembro de 2015. A estudante foi morta a facadas na escola onde estudava, em Petrolina, durante uma festa de formatura. Ontem, a Polícia Civil colheu o depoimento do suspeito, que foi detido pela PM após a morte do servidor Jean da Silva Santos,  em Lagoa Grande, a 659 km do Recife. O detido, que não teve o nome divulgado, está preso preventivamente.

O homem teve a saliva coletada pela Polícia Científica para comparar com o material genético recolhido na cena do crime que vitimou Beatriz Angélica. Após a morte dela, foram identificados dois perfis de DNA do sexo masculino. Um deles foi encontrado na faca usada no crime e o outro nas unhas da mão direita da criança. O resultado da análse sairá em 10 dias. O suspeito continuará sendo ouvido pela polícia, que aguarda manifestação do Judiciário para saber se ele seguirá preso ou será liberado.

Beatriz foi assassinada com 42 facadas dentro de um dos mais tradicionais colégios particulares de Petrolina. O crime ocorreu dentro da quadra onde acontecia a solenidade de formatura das turmas do terceiro ano da escola. A irmã dela era uma das formandas.

A última imagem que a polícia tem de Beatriz foi registrada às 21h59, quando ela se afastou da mãe e foi até o bebedouro do colégio, localizado na parte inferior da quadra. Minutos depois, o corpo da criança foi encontrado atrás de um armário, dentro de uma sala de material esportivo que estava desativada após um incêndio provocado por ex-alunos do colégio.

Um vídeo com imagens do suspeito foi divulgado em setembro do ano passado. Nas filmagens é possível vê-lo andando nas imediações do colégio e entrando na quadra onde acontecia a festa, 20 minutos antes de Beatriz ser vista pela última vez.

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