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Caso Serrambi completa 14 anos nesta quarta-feira e pode ter novo capítulo

As estudantes Maria Eduarda Dourado e Tarsila Gusmão tinham 16 anos quando foram encontradas mortas

Publicado: 02/05/2017 às 15:15

Maria Eduarda e Tarsila Gusmão. Foto: Reprodução/Maria Eduarda e Tarsila Gusmão. Foto: Reprodução

Maria Eduarda e Tarsila Gusmão. Foto: Reprodução/Maria Eduarda e Tarsila Gusmão. Foto: Reprodução

Em 3 de maio de 2003, as estudantes Maria Eduarda Dourado e Tarsila Gusmão, ambas com 16 anos, desapareceram depois de um passeio de lancha com amigos, na praia de Serrambi, no Litoral Sul do estado. Dez dias depois, os corpos das duas garotas foram encontrados em estado de decomposição num canavial, no distrito de Camela, em Ipojuca. Nesta quarta-feira faz 14 anos que as duas adolescentes foram vistas com vida pela última vez.

O júri popular realizado no ano de 2010 absolveu os dois suspeitos do crime que, segundo a Polícia Civil, foram os irmãos kombeiros Marcelo e Valfrido Lira. Em março de 2015, o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) julgou a apelação do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) que pedia a anulação do júri.

No entanto, a 1ª Câmara Criminal do TJPE decidiu por unanimidade manter o resultado do júri popular. Com isso, o advogado Bruno Lacerda, que atuou como assistente de acusação do MPPE, entrou com um recurso especial no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para recorrer da decisão dos desembargadores. O recurso ainda não foi julgado.

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