Diario de Pernambuco
Diario de Pernambuco
Digital Digital Digital Digital
Digital Digital Digital Digital
Notícia de Local
Mobilização Familiares de policiais e bombeiros fazem protesto contra pedido de prisão de dirigentes sindicais Manifestantes se concentraram na Praça do Derby e deveriam seguir para o Palácio Campo das Princesas, mas a rota foi alterada e eles seguem para o Fórum Joana Bezerra

Publicado em: 22/02/2017 15:49 Atualizado em: 22/02/2017 17:20

Avenida Agamenon Magalhães já está interditada por conta da mobilização. Foto: ACS/Divulgação (Avenida Agamenon Magalhães já está interditada por conta da mobilização. Foto: ACS/Divulgação)
Avenida Agamenon Magalhães já está interditada por conta da mobilização. Foto: ACS/Divulgação


Esposas e maridos de policiais e bombeiros militares fazem um ato público, na tarde desta quarta-feira, na região central do Recife, por melhores condições de trabalho e remuneração. A mobilização começou às 14h, na Praça do Derby, e deveria seguir em direção ao Palácio Campo das Princesas, sede do Governo de Pernambuco. No entanto, os manifestantes mudaram o destino ao saber que o Estado pediu a prisão dos dirigentes da Associação de Cabos e Solados, o presidente Alberisson Carlos e o vice-presidente Nadelson Leite. Aos gritos de "Fora Gioia", o secretário de Defesa Social de Pernambuco, a manifestação segue para o Fórum Desembargador Rodolfo Aureliano, em Joana Bezerra, para tentar pedir a revogação do pedido de prisão das lideranças. A passeata teve início por volta das 16h.

O movimento tomou conta da Avenida Agamenon Magalhães, um dos principais corredores de tráfego do Recife pedindo a saída do secretário de Defesa Social de Pernambuco e denunciando postura ditatorial do gestor e a falta de diálogo com a tropa.

Segundo a Associação de Cabos e Soldados, a II Marcha da Família Policial e Bombeiro Militar busca por respeito e dignidade e é contra o descaso, perseguições e intransigência do Governo de Pernambuco. Em nota, a ACS acrescenta que o ato é uma resposta das famílias que querem denunciar à sociedade que os militares estão estressados e doentes. Elas pedem ainda a revogação da atual proposta de valorização profissional e a reabertura da mesa de negociação incluindo as associações.

Ato começou com pronunciamento das famílias na Praça do Derby. Foto: Shilton Araújo/Esp. DP (Ato começou com pronunciamento das famílias na Praça do Derby. Foto: Shilton Araújo/Esp. DP)
Ato começou com pronunciamento das famílias na Praça do Derby. Foto: Shilton Araújo/Esp. DP


A I Marcha da Família foi realizada no dia três de janeiro de 2017, reunindo mais de quatro mil esposas, maridos, amigos e familiares dos policiais. Na oportunidade, as reivindicações foram entregues ao Chefe da Casa Militar, coronel Eduardo Pereira, representante do Governo.

Baixas na equipe de Guedes
Trump anuncia planos para lançar nova rede social
Manhã na Clube: entrevistas com Teresa Leitão (PT), Fernandes Arteiro e José Teles
CPI da Pandemia recomenda indiciamento de Bolsonaro
Grupo Diario de Pernambuco