Vida Urbana
Salvamento
Postos salva-vidas da Avenida Boa Viagem serão recuperados
Durante a semana, apenas quatro dos dez postos são ocupados. Os equipamentos serão requalificados e o modelo de uso vai ser modificado
Publicado: 18/05/2016 às 07:01
Os postos integrados de salvamento localizados na Avenida Boa Viagem, Zona Sul do Recife, estão passando por um processo de reestruturação física e de competências administrativas. Até o dia 1º de setembro, sete dos 10 abrigos terão escadas escamoteáveis artesanais, novas janelas e persianas de proteção contra o vandalismo, cujo uso e administração serão exclusivos do Corpo de Bombeiros, como posto de guarda-vidas.
Os outros três – o 5º, o 6º e o 7º – passam a funcionar de forma integrada 24 horas por dia, sendo utilizados pelo Grupamento de Bombeiros Marítimos (GBMar), pela Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) e pela Guarda Municipal do Recife. Eles também passarão por revitalização para que possam trabalhar de forma integrada e devem ser entregues até o dia 1º de julho. A manutenção do equipamento, contudo, passa da Secretaria estadual de Defesa Social para o Corpo de Bombeiros.
A reconfiguração foi a justificativa dada pelo Corpo de Bombeiros para o atual sucateamento dos postos de salvamento. Nos abrigos de números 2 e 3, por exemplo, as escadas foram retiradas, bem como a estrutura elétrica e as janelas. Os vidros que ainda existem estão quebrados.
“Esses postos foram pensados para funcionarem de forma integrada e ficavam sob administração da SDS. Mas como eram usados quase que exclusivamente pelo GBMar, houve uma reformulação para melhor definir a quem competia o uso e a administração. Com isso, o estado também repassará a verba destinada à manutenção dos abrigos”, explicou o assessor de comunicação dos Bombeiros, tenente coronel Edson Marconi. Ele não soube informar qual o valor dos recursos que serão repassados para a manutenção dos postos.
Marconi explicou ainda que a reformulação física foi necessária porque os abrigos estavam sendo depreciados. O modelo de integração do equipamento entre a PM, o GBMAr e a Guarda Municipal foi inaugurado em 2013 pelo então governador Eduardo Campos. Os equipamentos custaram aos cofres públicos um investimento de R$ 4 milhões, dentro do projeto Orla Segura. Na época, inclusive, a intenção do governo estadual era expandir o programa para outras praias do estado.
Utilização
Durante a semana, apenas quatro dos dez postos são ocupados, atualmente, pelo GBMar, das 8h às 17h. Os outros seis ficam ociosos de segunda a sexta. O projeto original previa que funcionassem 24 horas todos os dias da semana. À noite, quando deveriam ser ocupados pela PM, acabaram virando espaço ocioso para o vandalismo, pichação e o consumo de drogas.
Os sete abrigos que serão usados como guarda-vidas perdem as escadas atuais porque continuarão a funcionar das 8h às 17h. Por ser de dia, também não haverá necessidade de energia elétrica, o que vai diminuir o custo de cada posto. Todos os abrigos revitalizados serão entregues até o início do verão. “A SDS foi instigada a reformular o funcionamento porque a responsabilidade não era de ninguém. E o patrimônio estava sendo depredado. Foi diagnosticado o problema para melhor utilizar as estruturas e evitar o abandono", disse Marconi. Ele ainda pede que a população acione o número do Corpo de Bombeiros em caso de vandalismo aos equipamentos.
Os postos integrados, distribuídos aos longo de 9,5 km de orla, foram pensados para atuar na prevenção a acidentes e delitos, incluindo salvamento aquático, policiamento e apoio ao turista. Possuíam estrutura de videomonitoramento e radiocomunicação que deveriam trabalhar em conjunto com duas ambulâncias de resgate, helicóptero, triciclos, jetskis, lanchas e flexboats.
Os outros três – o 5º, o 6º e o 7º – passam a funcionar de forma integrada 24 horas por dia, sendo utilizados pelo Grupamento de Bombeiros Marítimos (GBMar), pela Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) e pela Guarda Municipal do Recife. Eles também passarão por revitalização para que possam trabalhar de forma integrada e devem ser entregues até o dia 1º de julho. A manutenção do equipamento, contudo, passa da Secretaria estadual de Defesa Social para o Corpo de Bombeiros.
A reconfiguração foi a justificativa dada pelo Corpo de Bombeiros para o atual sucateamento dos postos de salvamento. Nos abrigos de números 2 e 3, por exemplo, as escadas foram retiradas, bem como a estrutura elétrica e as janelas. Os vidros que ainda existem estão quebrados.
“Esses postos foram pensados para funcionarem de forma integrada e ficavam sob administração da SDS. Mas como eram usados quase que exclusivamente pelo GBMar, houve uma reformulação para melhor definir a quem competia o uso e a administração. Com isso, o estado também repassará a verba destinada à manutenção dos abrigos”, explicou o assessor de comunicação dos Bombeiros, tenente coronel Edson Marconi. Ele não soube informar qual o valor dos recursos que serão repassados para a manutenção dos postos.
Marconi explicou ainda que a reformulação física foi necessária porque os abrigos estavam sendo depreciados. O modelo de integração do equipamento entre a PM, o GBMAr e a Guarda Municipal foi inaugurado em 2013 pelo então governador Eduardo Campos. Os equipamentos custaram aos cofres públicos um investimento de R$ 4 milhões, dentro do projeto Orla Segura. Na época, inclusive, a intenção do governo estadual era expandir o programa para outras praias do estado.
Utilização
Durante a semana, apenas quatro dos dez postos são ocupados, atualmente, pelo GBMar, das 8h às 17h. Os outros seis ficam ociosos de segunda a sexta. O projeto original previa que funcionassem 24 horas todos os dias da semana. À noite, quando deveriam ser ocupados pela PM, acabaram virando espaço ocioso para o vandalismo, pichação e o consumo de drogas.
Os sete abrigos que serão usados como guarda-vidas perdem as escadas atuais porque continuarão a funcionar das 8h às 17h. Por ser de dia, também não haverá necessidade de energia elétrica, o que vai diminuir o custo de cada posto. Todos os abrigos revitalizados serão entregues até o início do verão. “A SDS foi instigada a reformular o funcionamento porque a responsabilidade não era de ninguém. E o patrimônio estava sendo depredado. Foi diagnosticado o problema para melhor utilizar as estruturas e evitar o abandono", disse Marconi. Ele ainda pede que a população acione o número do Corpo de Bombeiros em caso de vandalismo aos equipamentos.
Os postos integrados, distribuídos aos longo de 9,5 km de orla, foram pensados para atuar na prevenção a acidentes e delitos, incluindo salvamento aquático, policiamento e apoio ao turista. Possuíam estrutura de videomonitoramento e radiocomunicação que deveriam trabalhar em conjunto com duas ambulâncias de resgate, helicóptero, triciclos, jetskis, lanchas e flexboats.
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