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Rodízio Chuva permite melhorias no abastecimento de água da cidade do Brejo da Madre de Deus O intervalo sem abastecimento, a partir de agosto, cai de 28 dias sem água para quatro dias

Por: Diario de Pernambuco

Publicado em: 24/07/2017 20:34 Atualizado em: 24/07/2017 20:39

raças às chuvas que caíram nos últimos dias, o reservatório conseguiu acumular 575 mm cúbicos de água e sangrou depois de quatro anos. Foto: Divulgação/Compesa (raças às chuvas que caíram nos últimos dias, o reservatório conseguiu acumular 575 mm cúbicos de água e sangrou depois de quatro anos. Foto: Divulgação/Compesa)
raças às chuvas que caíram nos últimos dias, o reservatório conseguiu acumular 575 mm cúbicos de água e sangrou depois de quatro anos. Foto: Divulgação/Compesa
A cidade de Brejo da Madre de Deus, no Agreste do estado, terá o calendário de abastecimento de água reduzido. Graças às chuvas que caíram nos últimos dias, o reservatório conseguiu acumular 575 mm cúbicos de água e sangrou depois de quatro anos. Com a cheia da barragem Santana II, o rodízio de água passará a ser de quatro dias com água e quatro dias sem, situação melhor do que os 28 dias sem abastecimento antes das chuvas. 

Com esse volume acumulado, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) teve condições de diminuir o rodízio na cidade, que foi dividida em dois  setores de abastecimento, e assegura a distribuição de água até o próximo inverno. Brejo da Madre de Deus foi uma das cidades castigadas pela estiagem prolongada que assolou o Agreste por sete anos consecutivos. A Barragem Santana II chegou a entrar em colapso, em outubro do ano passado, quando o município passou a ser atendido apenas por carros-pipa. Essa situação perdurou até março, mês em que começou a chover na área de influência do reservatório, chegando a acumular 23% da sua capacidade.

"Naquela época, com o volume de 23%, tivemos condições de voltar a operar o sistema e  atender à população pela rede de distribuição", relembra o gerente de Unidade de Negócios da Compesa, Bruno Adelino. Em junho deste ano, a barragem ficou em situação de pré-colapso, chegando a apenas 6% da sua capacidade. "Após esse período, as chuvas passaram a ser regulares e aos poucos o manancial foi aumentando o seu nível de armazenamento e hoje está cheio", comemora Adelino.


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