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Política
DECLARAÇÃO

Flávio Bolsonaro sobre Alexandre de Moraes: "O remédio é impeachment"

O senador acrescentou que há quase 40 senadores declaradamente a favor do impeachment de Moraes

Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil

Publicado: 02/02/2025 às 08:31

"Temos que parar com essa falsa narrativa de que discutir impeachment de ministro do Supremo é golpe, é antidemocrático", disse o senador/foto: Khalil Santos/CB/D.A Press

"Temos que parar com essa falsa narrativa de que discutir impeachment de ministro do Supremo é golpe, é antidemocrático", disse o senador (foto: Khalil Santos/CB/D.A Press)

"Temos que parar com essa falsa narrativa de que discutir impeachment de ministro do Supremo é golpe, é antidemocrático", disse o senador

O senador Flávio Bolsonaro disse, durante entrevista antes da Sessão de eleição da Presidência do Senado neste sábado (1º/2), que o impeachment de um ministro do Supremo Tribunal Federal está previsto na Constituição e, para ele, o instrumento jurídico é "o remédio" para o ministro Alexandre de Moraes. "Não há um autocontrole do próprio Supremo sobre Moraes, que é quem tem colocado lenha na fogueira. Nesse caso, o remédio que tem é o impeachment", afirmou. 

 

"Temos que parar com essa falsa narrativa de que discutir impeachment de ministro do Supremo é golpe, é antidemocrático. Não, está na Constituição. Democracia é o que está na lei, não o que está na cabeça de um ministro do Supremo", alegou. 

 

 

Assista à declaração: 

 

 

 

O congressista ainda disse que há quase 40 senadores declaradamente a favor do impeachment de Moraes. "Todo mundo percebe os absurdos, os excessos, as loucuras, as maluquices, as insanidades que ele continua fazendo, completamente à revelia da lei", declarou. Segundo ele, a maioria do Supremo é "coagida" a concordar com as manifestações de Moraes. 

 

Para abrir um processo de impeachment, é necessário que 2/3 do Senado apoie a decisão, ou seja, 54 senadores. Nunca um ministro da suprema corte foi destituído.

 

Flávio ainda criticou a decisão do ministro de tornar Bolsonaro inelegível, e completou dizendo que se tiver uma eleição em 2026 sem a presença do ex-presidente, o pleito será antidemocrático. "Deixa ele disputar. Se perder, maravilha. Mas tem que deixar concorrer. Na 'mão grande' fica difícil", finalizou. 

 

 

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