Política
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Líder do PMDB afirma que saída de Geddel não pode paralisar governo
Para o líder peemedebista, a decisão de Geddel de pedir demissão da Secretaria de Governo 'esgota esse assunto'
Publicado: 25/11/2016 às 17:35
O líder do PMDB na Câmara, Baleia Rossi (SP), afirmou nesta sexta-feira que a grande preocupação do governo é que a saída do ex-ministro Geddel Vieira Lima paralise votações importantes no Congresso.
"Temos que evitar que esse episódio possa trazer maiores repercussões para o governo. Precisamos continuar o trabalho de votação das reformas e colocar o País nos trilhos", disse o deputado.
Baleia afirmou ainda que o presidente Michel Temer teve uma atitude "altamente institucional" quando conversou com o então ministro da Cultura Marcelo Calero sobre a obra que interessava Geddel.
Para o líder peemedebista, a decisão de Geddel de pedir demissão da Secretaria de Governo "esgota esse assunto". Ele disse também não acreditar na existência de motivos para que um processo de impeachment seja deflagrado no Congresso.
Geddel deixou o cargo após vir à tona que Calero prestou depoimento à Polícia Federal sobre o caso, implicando Temer na história. Segundo o ex-ministro da Cultura, o presidente o teria "enquadrado" para que resolvesse o problema do ministro baiano.
"Temos que evitar que esse episódio possa trazer maiores repercussões para o governo. Precisamos continuar o trabalho de votação das reformas e colocar o País nos trilhos", disse o deputado.
Baleia afirmou ainda que o presidente Michel Temer teve uma atitude "altamente institucional" quando conversou com o então ministro da Cultura Marcelo Calero sobre a obra que interessava Geddel.
Para o líder peemedebista, a decisão de Geddel de pedir demissão da Secretaria de Governo "esgota esse assunto". Ele disse também não acreditar na existência de motivos para que um processo de impeachment seja deflagrado no Congresso.
Geddel deixou o cargo após vir à tona que Calero prestou depoimento à Polícia Federal sobre o caso, implicando Temer na história. Segundo o ex-ministro da Cultura, o presidente o teria "enquadrado" para que resolvesse o problema do ministro baiano.
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