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Iniciativa Ação de ONG com pet shops troca animais à venda por bichinhos para adoção Para participar do projeto, basta que o responsável pelo estabelecimento se cadastre no site da campanha

Por: Correio Braziliense

Publicado em: 22/05/2015 08:14 Atualizado em:

Ação de ONG carioca irá ocorrer em diversos locais pelo Brasil. Foto: Divulgação
Ação de ONG carioca irá ocorrer em diversos locais pelo Brasil. Foto: Divulgação

Para incentivar a adoção de animais, uma ONG carioca lançou o projeto Animais Valiosos, que troca cães e gatos à venda em pet shops por outros para adoção. Até agora, a ação já está agendada para ocorrer até 19 de dezembro, em diferentes pet shops do Brasil, como São Paulo, Porto Alegre e Bahia. Para participar do projeto, o responsável pelo estabelecimento deve se cadastrar no site da campanha e marcar um dia para colocá-lo em prática. 

De acordo com a fundadora e presidente da Associação Quatro Patinhas, Christianne Duarte, a ação quer quebrar o preconceito da adoção e provar que não existe diferença entre cães de raça ou sem raça e que, mesmo ‘mestiços’, continuam sendo animais saudáveis. “Todos os dias nos deparamos com bichinhos expostos em pets sendo vendidos por valores exorbitantes. Enquanto isso, há outros tão saudáveis quanto que vivem em abrigos superlotados”, completa.

Como lançamento do projeto, cães à venda na vitrine de um pet shop foram trocados por animais para adoção, sem que os clientes fossem avisados. Através de câmeras escondidas, gravaram suas reações quando descobriam que poderiam levar os bichinhos sem pagar nada. Segundo a Organização Mundial de Saúde, estima-se que existam cerca de 20 milhões de cães e 10 milhões de gatos abandonados no país esperando por um lar. 

Desde o início da ação, em abril deste ano, o número de adoções aumentou 1000%. Antes, a ONG adotava três bichinhos por mês. No entanto, atualmente, são adotados aproximadamente 20 a cada dia de projeto. Segundo Christianne, há pré-requisitos para levar um dos animais para casa como a segurança do novo lar, muro bem estruturado - quando for casa -, condição para pagar as despesas de comida, banho, veterinário e, principalmente, amor. “Se a pessoa mostra interesse, já é meio caminho andado. Mas a gente faz um questionário pra saber se ela consegue manter o animalzinho. Não vamos doá-lo sem saber que ele estará seguro”, finaliza.




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