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ENCONTRO

Reino Unido propõe ao G7 conter desinformações divulgadas pela Rússia

Publicado em: 03/05/2021 15:26

 (Foto: Ben STANSALL / AFP / POOL)
Foto: Ben STANSALL / AFP / POOL
De acordo com reportagem da agência Reuters, aconteceu em Londres o encontro do G7, grupo formado pelos países mais ricos do mundo, no qual se reuniu os chanceleres das nações integrantes. 

No encontro do G7, o secretário das Relações Exteriores britânico, Dominic Raab, disse que o Reino Unido estava juntando o grupo para trabalhar na elaboração de um mecanismo rápido para conter as alegadas desinformações russas. Isso porque, segundo fontes oficiais de segurança britânicos, americanos e europeus, a Rússia e a China estão tentando criar a discórdia no Ocidente, através do compartilhamento e divulgação de desinformação sobre eleições assim como mentindo a respeito das vacinas contra Covid. “Assim, quando virmos essas mentiras, propaganda ou fake news sendo compartilhadas, podemos, não apenas individualmente, mas em conjunto, responder e promover a verdade para as pessoas deste país, da Rússia, da China, e pelo mundo a afora", declarou Raab.

Entretanto, o chanceler britânico, também indicou que ainda há barreiras sobre a pauta entre os membros do G7, embora dividam as mesmas ideologias. Para Raab tem que haver um consenso no grupo, pois somente deste modo poderá existir uma rede mais extensa de aliados que defendam o mercado aberto e a democracia. O Reino Unido avalia que o governo russo é a maior ameaça à sua segurança, porém considera que Pequim é o seu maior desafio a longo prazo nos campos militar, econômico e tecnológico. 

Por outro lado, tanto a China como a Rússia, refuta tais acusações. Para Moscou o Ocidente mantém uma histeria russófoba, enquanto que Pequim afirma que o Ocidente se tornou um agressor, cujos líderes têm uma mentalidade pós-imperialista que os faz acreditar que devem agir como policiais globais. "É tempo de pensar por que países que estão infestados até seu núcleo de propaganda e, que a utilizam mais de uma vez para justificar suas intervenções armadas e derrubar governos, acusam nosso país de seus próprios pecados", assinalou Maria Zakharova, representante oficial da chancelaria russa, à Reuters.
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