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EUA restringe sete empresas chinesas devido à segurança nacional

Publicado em: 08/04/2021 20:26

 (Foto: AFP)
Foto: AFP
O Departamento de Comércio dos Estados Unidos declarou nesta quinta-feira (8) que colocou em sua lista negra sete empresas chinesas de computação. O órgão norte-americano também acrescentou que essas entidades estão envolvidas na construção de supercomputadores utilizados pelos atores militares da China, e empenhados em desestabilizar a modernização militar e os programas de armas de destruição em massa.

"O Escritório de Indústria e Segurança do Departamento de Comércio dos EUA adicionou sete entidades de computação chinesas à lista de entidades por conduzir atividades que são contrárias à segurança nacional ou aos interesses da política externa dos EUA", diz o comunicado oficial.

Em março, os Estados Unidos decidiram instituir uma política relacionada à China na qual a nação asiática foi designada como o único competidor potencialmente capaz de combinar seu poder econômico, diplomático, militar e tecnológico para estabelecer um desafio sustentado a um sistema estável e internacional. Por outro lado, a China refutou e apelou diversas vezes pelo restabelecimento do diálogo, desde que Washington abandone suas políticas de sanções, ressaltando ainda que o governo de Pequim nunca se intrometeu nos assuntos internos dos EUA.

Já em janeiro de 2021, uma das maiores fabricantes mundiais de smartphones, a gigante chinesa Xiaomi apresentou uma queixa no Tribunal do Distrito de Columbia (EUA), contra o Departamento do Tesouro e o Pentágono, exigindo que fosse retirada da lista negra e afirmando que a decisão foi "ilegal e inconstitucional". A Xiaomi insiste que não tem nenhuma conexão com o Exército de Libertação Popular (ELP) da China, apontando uma quantidade substancial de cidadãos norte-americanos que possuem grandes participações na empresa.

Durante a administração do ex-presidente Donald Trump, em dezembro do ano passado, os EUA tomaram medidas contra 45 empresas russas e 58 chinesas, que foram classificadas como entidades estrangeiras com laços militares, restringindo assim exportações, reexportações e transferências com as mesmas.
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