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Acordo
Famílias de turistas mexicanos mortos pelo Exército egípcio são indenizadas
O porta-voz do ministério das Relações Exteriores confirmou o acordo alcançado entre a organização e as três famílias
Publicado: 09/05/2016 às 16:16
A Federação Egípcia de Agências de Viagens pagou 140.000 dólares a título de indenização financeira para as famílias de três dos oito turistas mexicanos mortos em 2015 em um bombardeio do exército egípcio, informou nesta segunda-feira um de seus diretores.
O porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Ahmed Abou Zeid, confirmou na segunda-feira o acordo alcançado entre a organização e as três famílias, sem, no entanto, mencionar o montante da indenização.
"As famílias das três vítimas beneficiaram, cada uma, de 140.000 dólares em troca do abandono de qualquer processo judicial", indicou à AFP Ahmed Ibrahim, tesoureiro da Federação Egípcia de Agências de Viagens e Turismo.
Ibrahim indicou que o advogado das três famílias assinou o acordo na semana passada.
Os oito turistas e seus quatro guias egípcios morreram em 13 de setembro de 2015, quando aviões de guerra e helicópteros bombardearam seus veículos a 250 km do Cairo, em um vasto deserto frequentemente visitado por turistas. O bombardeio durou três horas, de acordo com uma das turistas que sobreviveu ao ataque.
O governo egípcio se limitou a dizer que o incidente foi "um erro".
O porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Ahmed Abou Zeid, confirmou na segunda-feira o acordo alcançado entre a organização e as três famílias, sem, no entanto, mencionar o montante da indenização.
"As famílias das três vítimas beneficiaram, cada uma, de 140.000 dólares em troca do abandono de qualquer processo judicial", indicou à AFP Ahmed Ibrahim, tesoureiro da Federação Egípcia de Agências de Viagens e Turismo.
Ibrahim indicou que o advogado das três famílias assinou o acordo na semana passada.
Os oito turistas e seus quatro guias egípcios morreram em 13 de setembro de 2015, quando aviões de guerra e helicópteros bombardearam seus veículos a 250 km do Cairo, em um vasto deserto frequentemente visitado por turistas. O bombardeio durou três horas, de acordo com uma das turistas que sobreviveu ao ataque.
O governo egípcio se limitou a dizer que o incidente foi "um erro".
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