Mundo
Investigação
Ex-mulher de promotor argentino duvida da tese de suicídio
Publicado: 21/01/2015 às 00:35

Mulher segura cartaz dizendo "Eu sou Nisman" durante ato na praça de Maio, em Buenos Aires. Foto: AFP/Arquivos ALEJANDRO PAGNI()
"Não acredito que tenha sido suicídio", declarou ao entrar no Ministério Público a juíza Sandra Arroyo Salgado, ex-mulher do promotor Alberto Nisman, encontrado morto no domingo, um dia antes de apresentar no Congresso supostas provas de uma forte denúncia contra a presidente Cristina Kirchner e seu chanceler, Héctor Timerman.
A mulher recebeu a notícia da morte de Nisman na Espanha, onde estava junto as duas filhas de 7 e 15 anos, que estavam viajando pela Europa com o pai, quando na semana passada ele interrompeu repentinamente suas férias para voltar a Buenos Aires.
"Não posso fazer suposições. Ainda não prestei depoimento", insistiu a juíza.
De acordo com a necropsia, o promotor morreu por um tiro na têmpora e não havia outras pessoas no local.
Últimas

Mais Lidas
