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Notícia de Moda

Lançamento

Futurismo marca parceria entre Pabllo Vittar e Chilli Beans

Artista assina peças para a marca de acessórios, entre óculos e relógios, destacando inovação tecnológica e mood futurista

Publicado em: 29/05/2018 11:11 | Atualizado em: 28/05/2018 16:20

O mood futurista marca os itens da coleção assinada por Pabllo em parceria com a Chilli Beans. Foto: Chilli Beans/Divulgação


O mood futurista da campanha Double Lenses, estrelada por Pabllo Vittar, chegou à Chilli Beans em Pernambuco e se destaca na nova parceria entre o artista e a marca. São nove modelos de óculos de sol, quatro modelos de óculos de grau e três relógios – cada um deles com quatro variações de cor. A linha de acessórios aposta na inovação tecnológica para apresentar as lentes em dois aspectos distintos, obtidos a partir de uma técnica de pintura mista. Disponíveis nas lojas, os itens custam a partir de R$ 239,80.

Óculos de sol, óculos de grau e relógios foram reunidos na nova coleção. Foto: Chilli Beans/Divulgação


Avanços tecnológicos e referências ao futuro permeiam os itens. Foto: Chilli Beans/Divulgação


As peças estão disponíveis nas lojas da Chilli Beans e custam a partir de R$ 239,80. Foto: Chilli Beans/Divulgação
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Resistência nordestina em cartaz

Diego Rocha *
Celebrando a resistência da arte nordestina e a arte nordestina de resistir, o 21º Festival Recife do Teatro Nacional está em cartaz na cidade para confirmar a vocação de um povo à resiliência e à criatividade. Até o próximo dia 24, a programação montada com muita assertividade pela Prefeitura do Recife irá apresentar 12 espetáculos em vários teatros da cidade, entre eles seis montagens nacionais jamais vistas na capital do Nordeste.
Mas não está toda no ineditismo a urgência que esses espetáculos carregam. Mas também e principalmente na referência e reverência que muitos fazem à estética e às temáticas fincadas no árido solo fértil do Nordeste. Alguns textos, como o da montagem Ariano %u2013 O Cavaleiro Sertanejo, da companhia carioca Os Ciclomáticos sequer foram produzidos no Nordeste. Mas sabem, bebem e comungam do povo que somos. Foram buscar inspiração em autores ensolarados como Ariano Suassuna e os tantos tipos e símbolos que ele fundou e transportou do imaginário nordestino para o mundo.
Há na programação citações ainda mais explícitas à nossa produção teatral. Parido do punho do próprio Ariano, em carne e pena, o clássico Auto da Compadecida chega ao Festival com sotaque mineiro, numa belíssima montagem do Grupo Maria Cutia, com a direção cênica precisa e sensível de Gabriel Villela, que conseguiu unir a cultura do cangaço pernambucano ao barroco mineiro, sem sair da trilha aberta pelo Movimento Armorial de Ariano.
São montagens que nos representam e, ao mesmo tempo, nos apresentam a nós mesmos, além de nos hastear bandeira a congregar territórios artísticos, afetivos e cívicos, num país assombrado e repartido por um projeto de poder excludente. Em cima e embaixo dos palcos, durante e depois do 21º Festival Recife do Teatro Nacional, que a arte e a força nordestina persistam farol aceso a nos guiar.

* Presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife

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