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6 dicas

Veja como cuidar de unhas quebradiças e amareladas

A consultora técnica da BeautyB, Patricia Maria de Almeida Pires, explica que é necessário evitar lixar as unhas quando estão fracas e não tirar toda a cutícula quando estão amareladas

Publicado em: 23/03/2018 09:07 | Atualizado em: 23/03/2018 09:26

"Nossa pele, cabelos e unhas são uma espécie de espelho do corpo, refletindo saúde e dando sinais quando algo não está bem". Foto: Reprodução/Internet

O universo da beleza inclui cuidados que vão além de fatores externos e uma alimentação adequada é o principal deles. Isso acontece quando falamos das nossas unhas, como alerta a consultora técnica da BeautyB, rede de serviços de sobrancelhas e unhas, Patricia Maria de Almeida Pires. "Nossa pele, cabelos e unhas são uma espécie de espelho do corpo, refletindo saúde e dando sinais quando algo não está bem. Quando as unhas ficam fracas e quebradiças é um sinal de falta de vitamina, e as amareladas, além de falta de nutriente, podem indicar que há fungos no local", explica a consultora. De acordo com ela problemas renais, na tireóide e anemia podem ser causadores de unhas fracas e amareladas também.

E quando a unha está quebradiça o ideal é:
1. Evitar lixar sobre elas e utilizar base com cálcio para fortalecê-las.
2. Manter uma dieta rica em proteínas, nutrientes e vitamina A - o que é muito importante para mantê-las saudáveis.
3. O alongamento de unhas também é uma ótima opção para unhas quebradiças, pois os componentes presentes no gel ajudam as unhas naturais a crescerem mais saudáveis.

Já para as unhas amarelas:
1. O problema de unhas amareladas é quase sempre causada por fungos ou alergias de alguns produtos.
2. Então, o ideal é sempre utilizar luvas para qualquer procedimento em casa, por exemplo. Evitar também retirar totalmente a cutícula, pois elas protegem as unhas e evitam a penetração de bactérias.
3. Utilize esmaltes livres de formoldeído e tolueno, que são compostos químicos presentes na composição de esmaltes e causam alergias na maioria das pessoas.
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Resistência nordestina em cartaz

Diego Rocha *
Celebrando a resistência da arte nordestina e a arte nordestina de resistir, o 21º Festival Recife do Teatro Nacional está em cartaz na cidade para confirmar a vocação de um povo à resiliência e à criatividade. Até o próximo dia 24, a programação montada com muita assertividade pela Prefeitura do Recife irá apresentar 12 espetáculos em vários teatros da cidade, entre eles seis montagens nacionais jamais vistas na capital do Nordeste.
Mas não está toda no ineditismo a urgência que esses espetáculos carregam. Mas também e principalmente na referência e reverência que muitos fazem à estética e às temáticas fincadas no árido solo fértil do Nordeste. Alguns textos, como o da montagem Ariano %u2013 O Cavaleiro Sertanejo, da companhia carioca Os Ciclomáticos sequer foram produzidos no Nordeste. Mas sabem, bebem e comungam do povo que somos. Foram buscar inspiração em autores ensolarados como Ariano Suassuna e os tantos tipos e símbolos que ele fundou e transportou do imaginário nordestino para o mundo.
Há na programação citações ainda mais explícitas à nossa produção teatral. Parido do punho do próprio Ariano, em carne e pena, o clássico Auto da Compadecida chega ao Festival com sotaque mineiro, numa belíssima montagem do Grupo Maria Cutia, com a direção cênica precisa e sensível de Gabriel Villela, que conseguiu unir a cultura do cangaço pernambucano ao barroco mineiro, sem sair da trilha aberta pelo Movimento Armorial de Ariano.
São montagens que nos representam e, ao mesmo tempo, nos apresentam a nós mesmos, além de nos hastear bandeira a congregar territórios artísticos, afetivos e cívicos, num país assombrado e repartido por um projeto de poder excludente. Em cima e embaixo dos palcos, durante e depois do 21º Festival Recife do Teatro Nacional, que a arte e a força nordestina persistam farol aceso a nos guiar.

* Presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife

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