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Máscaras gelatinosas veganas e novos perfumes chegam à Lush no Brasil

A gigante britânica de cosméticos feitos à mão, reconhecida pelos shampoos sólidos e produtos com ingredientes naturais, relançou perfumes e apresentou novas fragrâncias, além de cinco máscaras

Publicado em: 17/01/2018 13:58 | Atualizado em: 16/01/2018 14:48

Entre as cinco opções de máscaras gelatinosas, quatro têm composição vegana. Elas duram cerca de quatro meses. Foto: Lush/Divulgação

As prateleiras da marca britânica de cosméticos feitos à mão Lush receberam novidades no início de 2018. O destaque no novo catálogo é o lançamento de máscaras gelatinosas, concebidas tendo como principal ingrediente as algas marinhas – já usadas nas bombas de sal de banho, gelatinas de banho e produtos para cabelo da marca. Cinco opções de máscaras foram criadas, misturando extratos de carragenina hidratante, frutas frescas e argilas purificantes.

A textura é o diferencial do cosmético, que deve ser aplicado no rosto durante cerca de dez minutos e removido com água morna. As máscaras não precisam ser refrigeradas, têm duração média de quatro meses e podem ser transportadas comprimidas na necéssaire ou mala de viagem. Repetem, em outro formato e com proposta distinta, o apelo de praticidade dos shampoos e condicionadores secos (semelhantes a barras de sabonete).

Para usar as máscaras, que não precisam de refrigeração, basta retirar uma pequena quantidade com as pontas dos dedos e distribuir sobre o rosto. Foto: Lush/Divulgação
Entre as opções, a Bunnymoon é feita de mel, baunilha, óleo resina de benjoim e infusão de pétalas de camomila e calêndula, prometendo efeito hidratante e calmante. A 1000 Milihelens, de composição vegana, contém suco de maçã, chá verde, hamamélis e combinação de óleos (limão siciliano, laranja e neróli), com funções antibacteriana e adstringente. A Just to Clarify mistura frustas frescas (mamão papaia, laranja e grapefruit) e extrato de haste de bambu, oferecendo aspecto de limpeza e rejuvenescimento. As máscaras Tonus e The Birth of Venus completam o catálogo de opções – sendo todas veganas, exceto a Bunnymoon. O preço sugerido é de R$ 65.

As máscaras misturam frutas frescas, óleos e sucos. Fotos: Lush/Divulgação


PERFUMES – A linha Gorila Perfume Volume IV é outra novidade chega ao Brasil neste mês - disponível nas lojas físicas da Lush no próximo dia 24, mas já no catálogo das lojas virtuais. Óleos essenciais e absolutos foram manipulados nas fórmulas, inspiradas no significado de “lar.” A marca define os novos rótulos como uma associação de nostalgia e conforto, cujo intuito é trazer à tona as sensações do público ao pensar em casa, num cenário familiar. Além de novas fragrâncias, os perfumes já conhecidos da Lush ganharam novo visual e formatos (disponíveis agora em 30ml, 100ml, perfume sólido e cartão de banho).

Os perfumes da safra Gorila Volume IV incluem lançamentos e antigas fragrâncias repaginadas. Foto: Lush/Divulgação

A linha White Label é composta por quatorze fragrâncias: os lançamentos Rentless, Cardamom Coffee, Amelie Mae, I’m Home e What Would Love Do?, e os relançamentos Karma, Dirty, Lust, Sikkim Girls, Smuggler’s Soul, Vanillary, Breath of God, Sun e All Good Things.

A linha Black Label também é composta por quatorze fragrâncias: os lançamentos Tank Battle, Princess Cottongrass, Smell of Weather Turning, The President’s Hat, Love, 1000 Kisses Deep, Staying Alive e Icon e os relançamentos Devil’s Nightcap, Imogen Rose, Kerbside Violet, Dear John, Flower’s Barrow e Furze. A linha apresenta, ainda, dois óleos perfumados: Inhale e Exhale. 

Além dos formatos tradicionais, em frascos de diferentes capacidades, estão disponíveis as versões sólidas. Fotos: Lush/Divulgação


A inspiração para os aromas veio do conceito subjetivo de lar, remetendo a sensações de nostalgia e conforto. Fotos: Lush/Divulgação


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Resistência nordestina em cartaz

Diego Rocha *
Celebrando a resistência da arte nordestina e a arte nordestina de resistir, o 21º Festival Recife do Teatro Nacional está em cartaz na cidade para confirmar a vocação de um povo à resiliência e à criatividade. Até o próximo dia 24, a programação montada com muita assertividade pela Prefeitura do Recife irá apresentar 12 espetáculos em vários teatros da cidade, entre eles seis montagens nacionais jamais vistas na capital do Nordeste.
Mas não está toda no ineditismo a urgência que esses espetáculos carregam. Mas também e principalmente na referência e reverência que muitos fazem à estética e às temáticas fincadas no árido solo fértil do Nordeste. Alguns textos, como o da montagem Ariano %u2013 O Cavaleiro Sertanejo, da companhia carioca Os Ciclomáticos sequer foram produzidos no Nordeste. Mas sabem, bebem e comungam do povo que somos. Foram buscar inspiração em autores ensolarados como Ariano Suassuna e os tantos tipos e símbolos que ele fundou e transportou do imaginário nordestino para o mundo.
Há na programação citações ainda mais explícitas à nossa produção teatral. Parido do punho do próprio Ariano, em carne e pena, o clássico Auto da Compadecida chega ao Festival com sotaque mineiro, numa belíssima montagem do Grupo Maria Cutia, com a direção cênica precisa e sensível de Gabriel Villela, que conseguiu unir a cultura do cangaço pernambucano ao barroco mineiro, sem sair da trilha aberta pelo Movimento Armorial de Ariano.
São montagens que nos representam e, ao mesmo tempo, nos apresentam a nós mesmos, além de nos hastear bandeira a congregar territórios artísticos, afetivos e cívicos, num país assombrado e repartido por um projeto de poder excludente. Em cima e embaixo dos palcos, durante e depois do 21º Festival Recife do Teatro Nacional, que a arte e a força nordestina persistam farol aceso a nos guiar.

* Presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife

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