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Alexa Chung é a nova porta-voz internacional da L'Oréal Professionnel

A bela representará os principais lançamentos da grife de cabelos em 2018

Publicado em: 04/01/2018 12:00 | Atualizado em: 04/01/2018 08:31

Recentemente, a L'Oréal Professionnel fez uma parceria com Alexa Chung e esteve nos bastidores para o lançamento de sua primeira marca de roupas, ALEXACHUNG. Foto: L'Oréal Professionnel/Divulgação

A L’Oréal Professionnel anunciou Alexa Chung como sua nova porta-voz internacional para 2018. Estilista, apresentadora de TV, modelo, consultora de criação e escritora, Alexa é um dos ícones de estilo mais reconhecidos de sua geração. “Estamos absolutamente empolgados em receber Alexa como a nossa porta-voz internacional de L’Oréal Professionnel 2018. Ela realmente personifica alguns dos valores fundamentais da marca. Alexa é realmente uma criadora de estilos, sempre à frente das tendências. É apaixonada por moda. Ela acredita no valor agregado da arte profissional dos cabelos. E sua personalidade representa perfeitamente a mulher L’Oréal Professionnel: confiante, elegante e livre. Em 2018, ela representará lançamentos-chave para a marca, tanto em cuidados com os cabelos quanto em coloração”, afirma Marion Brunet, gerente geral internacional da L’Oréal Professionnel.


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Resistência nordestina em cartaz

Diego Rocha *
Celebrando a resistência da arte nordestina e a arte nordestina de resistir, o 21º Festival Recife do Teatro Nacional está em cartaz na cidade para confirmar a vocação de um povo à resiliência e à criatividade. Até o próximo dia 24, a programação montada com muita assertividade pela Prefeitura do Recife irá apresentar 12 espetáculos em vários teatros da cidade, entre eles seis montagens nacionais jamais vistas na capital do Nordeste.
Mas não está toda no ineditismo a urgência que esses espetáculos carregam. Mas também e principalmente na referência e reverência que muitos fazem à estética e às temáticas fincadas no árido solo fértil do Nordeste. Alguns textos, como o da montagem Ariano %u2013 O Cavaleiro Sertanejo, da companhia carioca Os Ciclomáticos sequer foram produzidos no Nordeste. Mas sabem, bebem e comungam do povo que somos. Foram buscar inspiração em autores ensolarados como Ariano Suassuna e os tantos tipos e símbolos que ele fundou e transportou do imaginário nordestino para o mundo.
Há na programação citações ainda mais explícitas à nossa produção teatral. Parido do punho do próprio Ariano, em carne e pena, o clássico Auto da Compadecida chega ao Festival com sotaque mineiro, numa belíssima montagem do Grupo Maria Cutia, com a direção cênica precisa e sensível de Gabriel Villela, que conseguiu unir a cultura do cangaço pernambucano ao barroco mineiro, sem sair da trilha aberta pelo Movimento Armorial de Ariano.
São montagens que nos representam e, ao mesmo tempo, nos apresentam a nós mesmos, além de nos hastear bandeira a congregar territórios artísticos, afetivos e cívicos, num país assombrado e repartido por um projeto de poder excludente. Em cima e embaixo dos palcos, durante e depois do 21º Festival Recife do Teatro Nacional, que a arte e a força nordestina persistam farol aceso a nos guiar.

* Presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife

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