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Notícia de Moda
New Nivea lança desodorante Invisible Black&White com fragrância refrescante A novidade oferece os mesmos benefícios da linha e proporciona um aroma refrescante

Por: Aline Ramos

Publicado em: 02/12/2017 08:00 Atualizado em: 01/12/2017 09:05

Preço sugerido: R$ 9,00 (roll-on) e R$ 13,90 (aerossol). Foto: Nivea/Divulgação
Preço sugerido: R$ 9,00 (roll-on) e R$ 13,90 (aerossol). Foto: Nivea/Divulgação
Se sentir seguro durante todo o dia e não se incomodar com as manchas nas roupas causadas pelos desodorantes e pela transpiração é o que todos desejam. Unir estes benefícios a uma fragrância refrescante é ainda melhor. Pensando nisso, a linha de desodorantes Nivea Invisible Black&White apresenta a versão Fresh com notas frutadas para homens, e Fresh Erva-Doce, para mulheres. Além de proteger e prevenir contra o mau odor e as manchas em roupas brancas e pretas, a novidade oferece uma fragrância ideal para quem procura frescor e bem-estar.
 
“Nos últimos anos, o segmento de antimanchas ganhou importância no mercado de desodorantes e é o segmento que mais cresce. Nossos consumidores pediam por uma extensão da linha com uma outra fragrância e, por isso, trouxemos a versão Fresh para o portfólio da marca”, explica Andrea Bó, diretora de Marketing da Nivea Brasil. A executiva destaca ainda o aroma de erva-doce na versão feminina, fragrância preferida entre os brasileiros segundo o Instituto Kantar.


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Resistência nordestina em cartaz

Diego Rocha *
Celebrando a resistência da arte nordestina e a arte nordestina de resistir, o 21º Festival Recife do Teatro Nacional está em cartaz na cidade para confirmar a vocação de um povo à resiliência e à criatividade. Até o próximo dia 24, a programação montada com muita assertividade pela Prefeitura do Recife irá apresentar 12 espetáculos em vários teatros da cidade, entre eles seis montagens nacionais jamais vistas na capital do Nordeste.
Mas não está toda no ineditismo a urgência que esses espetáculos carregam. Mas também e principalmente na referência e reverência que muitos fazem à estética e às temáticas fincadas no árido solo fértil do Nordeste. Alguns textos, como o da montagem Ariano %u2013 O Cavaleiro Sertanejo, da companhia carioca Os Ciclomáticos sequer foram produzidos no Nordeste. Mas sabem, bebem e comungam do povo que somos. Foram buscar inspiração em autores ensolarados como Ariano Suassuna e os tantos tipos e símbolos que ele fundou e transportou do imaginário nordestino para o mundo.
Há na programação citações ainda mais explícitas à nossa produção teatral. Parido do punho do próprio Ariano, em carne e pena, o clássico Auto da Compadecida chega ao Festival com sotaque mineiro, numa belíssima montagem do Grupo Maria Cutia, com a direção cênica precisa e sensível de Gabriel Villela, que conseguiu unir a cultura do cangaço pernambucano ao barroco mineiro, sem sair da trilha aberta pelo Movimento Armorial de Ariano.
São montagens que nos representam e, ao mesmo tempo, nos apresentam a nós mesmos, além de nos hastear bandeira a congregar territórios artísticos, afetivos e cívicos, num país assombrado e repartido por um projeto de poder excludente. Em cima e embaixo dos palcos, durante e depois do 21º Festival Recife do Teatro Nacional, que a arte e a força nordestina persistam farol aceso a nos guiar.

* Presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife

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