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Notícia de Moda
Fique atenta! Cinco dicas para uma depilação perfeita Especialista pontua alguns cuidados para não prejudicar a pele

Por: Aline Ramos

Publicado em: 27/12/2017 10:00 Atualizado em: 21/12/2017 10:51

Opte por ceras para peles sensíveis. Foto: Pinterest/Reprodução
Opte por ceras para peles sensíveis. Foto: Pinterest/Reprodução

Com a chegada do verão, os cuidados com a depilação precisam aumentar para que as áreas não fiquem manchadas. É comum fazer o procedimento pouco tempo antes da exposição ao sol. Mas será que é o mais correto? Pensando nisso, Denise Ribeiro, consultora técnica da rede Depile-se, listou algumas dicas para quem pretende pegar aproveitar as praias e piscinas durante a próxima estação.

Use ceras para pele sensível - É aconselhável usar produtos que são destinados à peles sensíveis, como os de leite e de aloe vera, que hidratam profundamente a pele.

24h sem sol - A consultora atenta para que haja um intervalo de pelo menos 24h entre a depilação e a exposição ao sol. A prática pode evitar manchas indesejáveis na pele.

12h sem água do mar e piscina -  Aguarde o período de 12h, pelo menos, para entrar na água do mar, da piscina ou para curtir uma sauna.

Protetor solar sempre - Depois da depilação aplique um bloqueador solar, mesmo que o tempo seja de chuva. O protetor jamais apresentará problemas já que o uso dele é preventivo. Ele vai evitar queimaduras, insolação, câncer de pele e envelhecimento precoce. Se preferir colocar bronzeador, ele deve ter o registro na Anvisa para garantir a segurança da sua pele.

Se for descolorir, não depile! - Pelos descoloridos são mais frágeis, por isso, há uma grande possibilidade de não serem retirados pela raiz podem quebrar e encravar.


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Resistência nordestina em cartaz

Diego Rocha *
Celebrando a resistência da arte nordestina e a arte nordestina de resistir, o 21º Festival Recife do Teatro Nacional está em cartaz na cidade para confirmar a vocação de um povo à resiliência e à criatividade. Até o próximo dia 24, a programação montada com muita assertividade pela Prefeitura do Recife irá apresentar 12 espetáculos em vários teatros da cidade, entre eles seis montagens nacionais jamais vistas na capital do Nordeste.
Mas não está toda no ineditismo a urgência que esses espetáculos carregam. Mas também e principalmente na referência e reverência que muitos fazem à estética e às temáticas fincadas no árido solo fértil do Nordeste. Alguns textos, como o da montagem Ariano %u2013 O Cavaleiro Sertanejo, da companhia carioca Os Ciclomáticos sequer foram produzidos no Nordeste. Mas sabem, bebem e comungam do povo que somos. Foram buscar inspiração em autores ensolarados como Ariano Suassuna e os tantos tipos e símbolos que ele fundou e transportou do imaginário nordestino para o mundo.
Há na programação citações ainda mais explícitas à nossa produção teatral. Parido do punho do próprio Ariano, em carne e pena, o clássico Auto da Compadecida chega ao Festival com sotaque mineiro, numa belíssima montagem do Grupo Maria Cutia, com a direção cênica precisa e sensível de Gabriel Villela, que conseguiu unir a cultura do cangaço pernambucano ao barroco mineiro, sem sair da trilha aberta pelo Movimento Armorial de Ariano.
São montagens que nos representam e, ao mesmo tempo, nos apresentam a nós mesmos, além de nos hastear bandeira a congregar territórios artísticos, afetivos e cívicos, num país assombrado e repartido por um projeto de poder excludente. Em cima e embaixo dos palcos, durante e depois do 21º Festival Recife do Teatro Nacional, que a arte e a força nordestina persistam farol aceso a nos guiar.

* Presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife

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