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Notícia de Moda
Para dizer sim! Fenoivas - Festas & Cia tem início nesta sexta, no Centro de Convenções A feira reunirá cerca de 400 profissionais do segmento até domingo

Por: Aline Ramos

Publicado em: 23/11/2017 08:00 Atualizado em: 20/11/2017 09:50

Haverá ainda desfiles de vestidos de noivas, madrinhas e debutantes. Foto: Fenoivas/Divulgação
Haverá ainda desfiles de vestidos de noivas, madrinhas e debutantes. Foto: Fenoivas/Divulgação

Quando o assunto é vestido de noiva, não tem jeito, o branco reina quase que absoluto na preferência das noivas, independente da idade, religião e do número de casamentos. Pouquíssimas optam pelo off white ou tons perolados e, as mais modernas, ousam apenas na cor do forro, quando trocam o branco pelo tom nude. O lema é quanto mais branco melhor. Quem está no impasse para escolher o vestido dos sonhos pode conferir as tendências e tirar dúvidas na Fenoivas – Festas & Cia, no Centro de Convenções de Pernambuco, de 24 a 26 de novembro. A feira vai reunir profissionais do segmento, além de desfiles de vestidos de noivas, madrinhas e debutantes. Acompanhe todos detalhes na edição do Diario de Pernambuco deste fim de semana.



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Resistência nordestina em cartaz

Diego Rocha *
Celebrando a resistência da arte nordestina e a arte nordestina de resistir, o 21º Festival Recife do Teatro Nacional está em cartaz na cidade para confirmar a vocação de um povo à resiliência e à criatividade. Até o próximo dia 24, a programação montada com muita assertividade pela Prefeitura do Recife irá apresentar 12 espetáculos em vários teatros da cidade, entre eles seis montagens nacionais jamais vistas na capital do Nordeste.
Mas não está toda no ineditismo a urgência que esses espetáculos carregam. Mas também e principalmente na referência e reverência que muitos fazem à estética e às temáticas fincadas no árido solo fértil do Nordeste. Alguns textos, como o da montagem Ariano %u2013 O Cavaleiro Sertanejo, da companhia carioca Os Ciclomáticos sequer foram produzidos no Nordeste. Mas sabem, bebem e comungam do povo que somos. Foram buscar inspiração em autores ensolarados como Ariano Suassuna e os tantos tipos e símbolos que ele fundou e transportou do imaginário nordestino para o mundo.
Há na programação citações ainda mais explícitas à nossa produção teatral. Parido do punho do próprio Ariano, em carne e pena, o clássico Auto da Compadecida chega ao Festival com sotaque mineiro, numa belíssima montagem do Grupo Maria Cutia, com a direção cênica precisa e sensível de Gabriel Villela, que conseguiu unir a cultura do cangaço pernambucano ao barroco mineiro, sem sair da trilha aberta pelo Movimento Armorial de Ariano.
São montagens que nos representam e, ao mesmo tempo, nos apresentam a nós mesmos, além de nos hastear bandeira a congregar territórios artísticos, afetivos e cívicos, num país assombrado e repartido por um projeto de poder excludente. Em cima e embaixo dos palcos, durante e depois do 21º Festival Recife do Teatro Nacional, que a arte e a força nordestina persistam farol aceso a nos guiar.

* Presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife

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