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Notícia de Economia

LEVANTAMENTO

Seguindo a tendência nacional, volume de serviços em Pernambuco registra alta discreta em agosto

Publicado em: 14/10/2021 13:48

Setor cresceu 0,2% no estado, enquanto no Brasil o avanço foi de 0,5% (Tânia Rego/Agência Brasil)
Setor cresceu 0,2% no estado, enquanto no Brasil o avanço foi de 0,5% (Tânia Rego/Agência Brasil)
Com um avanço próximo à estabilidade, o volume de serviços em Pernambuco registrou alta de 0,2% em agosto. O resultado, divulgado nesta quinta-feira (14), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), se assemelha ao registrado no país, que cresceu 0,5% no mesmo período. No estado, essa é a quarta taxa positiva seguida do ano. Apesar da alta discreta, o resultado supera, pelo segundo mês consecutivo, os níveis pré-pandemia, com 2,9 pontos percentuais acima do que foi registrado em fevereiro de 2020.

Em comparação com agosto de 2020, o crescimento no volume de serviços no estado foi de 21,3%, o que representa a 8ª melhor taxa do país. Neste ano, o resultado também é positivo em Pernambuco, com avanço de 10% no setor. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o desempenho é inferior mas segue favorável, 2,8%.

No comparativo com o mesmo período do ano passado, a PMS de agosto apontou o setor de serviços prestados às famílias como destaque do levantamento, com alta de 110,4%. O segmento inclui, por exemplo, hotéis, bares, academias e salões de beleza, que requerem contato físico do consumidor. “Essa é a atividade que mais tem se beneficiado do avanço da vacinação e da queda no número de casos de Covid”, explicou a gerente de planejamento e gestão do IBGE em Pernambuco, Fernanda Estelita.

Outras categorias tiveram expansão menos intensa. Os serviços profissionais, administrativos e complementares avançaram 22,4%, enquanto os transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio subiram 15,5% e os serviços de informação e comunicação tiveram alta de 12,3%. Das cinco atividades de serviços pesquisadas pela PMS, apenas o setor de outros serviços, que inclui a compra, venda e aluguel de imóveis, atividades de apoio à agricultura, à pecuária e gestão de resíduos sólidos registrou queda, 1,7%. 

Quando se compara a variação acumulada em agosto de 2021 com o mesmo período do ano anterior, os serviços prestados às famílias também estiveram na frente, com 40,4%, seguidos pelos transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (9,7%), serviços profissionais, administrativos e complementares (7,8%), outros serviços (6,3%) e serviços de informação e comunicação (3,1%).

A situação é diferente na variação acumulada de 12 meses, já que a categoria outros serviços teve o maior avanço (9,9%), e os serviços prestados às famílias estão em segundo lugar, com alta de 5,1%. Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (3%), serviços de informação e comunicação (1,7%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (0,5%) tiveram aumentos menos expressivos.
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