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Turismo pernambucano cresce em dezembro, mas cai no acumulado do ano

Publicado em: 11/02/2021 17:30

Transporte aéreo de passageiros foi bastante afetado pelas medidas restritivas. (Foto: Pixabay/Reprodução)
Transporte aéreo de passageiros foi bastante afetado pelas medidas restritivas. (Foto: Pixabay/Reprodução)

O turismo de Pernambuco teve crescimento de 4,4% em dezembro na comparação com novembro de 2020, sendo o quarto melhor desempenho entre as 12 localidades pesquisadas pelo IBGE, atrás do Distrito Federal (16,6%), Bahia (7,6%) e Goiás (4,6%). Ainda assim, o resultado positivo não foi suficiente para recuperar as perdas causadas pelos impactos das medidas restritivas impostas por conta da pandemia do coronavírus. No acumulado do ano passado, as atividades turísticas do estado tiveram retração de 39,2%, o quinto pior resultado entre os locais analisados e abaixo da retração registrada na média nacional, de 36,7%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE. 

Apesar da alta do turismo de Pernambuco em dezembro, o estado apresentou desaceleração do setor, já que em outubro havia registrado crescimento de 25,7% e em novembro, 11,6%. Já quando se compara dezembro de 2020 com o mesmo mês de 2019, a queda do setor é de 21,9%. A média nacional nesta comparação foi ainda mais negativa, com retração de 29,9%. Atividades como transporte aéreo de passageiros, restaurantes e hotéis foram as mais afetadas. 

Regiões
Entre os locais do Brasil que apresentaram taxas positivas, tiveram destaque o Distrito Federal (16,6%) e a Bahia (7,6%). Já na contramão as maiores retrações foram observadas em São Paulo (-4,3%) e no Rio de Janeiro (-2,8%). No acumulado do ano, as atividades turísticas caíram 36,7% frente a igual período de 2019, pressionado, sobretudo, pelos ramos de restaurantes; transporte aéreo; hotéis; rodoviário coletivo de passageiros; catering, bufê e outros serviços de comida preparada; e agências de viagens. Todas as 12 unidades da federação investigadas registraram taxas negativas, com destaque para São Paulo (-40,0%), seguido por Rio de Janeiro (-30,9%), Minas Gerais (-35,2%), Bahia (-37,2%) e Rio Grande do Sul (-43,3%).
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