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Volume de serviços tem retração de 20,6% em abril no estado

Publicado em: 17/06/2020 13:15 | Atualizado em: 17/06/2020 15:26

Bares e restaurantes foram atividades bastante impactadas.  (Foto: Pixabay/Reprodução)
Bares e restaurantes foram atividades bastante impactadas. (Foto: Pixabay/Reprodução)

Pernambuco registrou o pior resultado para o volume de serviços da série histórica, iniciada em janeiro de 2011, puxado pelas medidas adotadas para diminuir a contaminação do coronavírus. O estado apresentou queda de 20,6% em abril na comparação com março, acima da média nacional, que teve retração de 11,7%, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada pelo IBGE. Pernambuco registrou o quarto maior recuo entre as unidades da federação e todas as que tiveram as quedas mais bruscas estão localizadas no Nordeste: Alagoas (-26,5%), Ceará (-21,8%) e Bahia (-21%).

Em todas as comparações, o índice de Pernambuco teve uma queda maior do que a média nacional. Na comparação com abril do ano passado, no estado, o volume de serviços recuou 27,2%, enquanto no Brasil a retração foi de 17,2%. No acumulado do ano, a retração em Pernambuco foi de 6,8% contra queda de 4,5% na média nacional. Já no acumulado dos últimos 12 meses, a redução estadual foi de 1,9%, enquanto no país a queda foi de 0,6%.

As cinco atividades tiveram recuo em Pernambuco, com mais intensidade na de Serviços prestados às famílias, com queda de 74,9% em abril na comparação com o mesmo mês de 2019. Em março, o recuo já havia sido de 43,1%. Esta atividade inclui 23 tipos de serviços, bastante afetados pelo isolamento social causado pela pandemia, como hotéis, bares, restaurantes, salões de beleza, espetáculos de artes cênicas e atividades esportivas em geral. A atividade também apresentou queda no acumulado do ano (-33%) e no acumulado dos últimos 12 meses (-15,8%).

A segunda maior queda se deu no setor de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, com retração de 31% entre abril deste ano e o mesmo mês de 2019. Nesta mesma base de comparação, Serviços profissionais, administrativos e complementares caiu 15,7%; Outros serviços, como compra, venda e aluguel de imóveis, atividades de apoio à agricultura, à pecuária e gestão de resíduos sólidos, retraiu 11,7%; e Serviços de informação e comunicação recuou 8,5%.
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