INVESTIMENTOS Inscrições abertas para curso sobre educação financeira para e com mulheres

Publicado em: 30/09/2019 21:00 Atualizado em:

Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil
Já pensou em um curso financeiro de mulheres voltado para mulheres? Este é o intuito do curso “Empodere suas finanças: educação financeira para e com mulheres”. O curso será realizado nos dois primeiros sábados de outubro (5 e 12), na Plexos, no bairro do Rosarinho, zona norte do Recife. Com investimento de R$ 160, o evento é promovido pelo IElla - Instituto Ella Criações Educativas, em parceria com a ONG MIRIM Brasil  As inscrições estão abertas e o valor pode ser pago por meio de transferência bancária, cartão de crédito ou em dinheiro. O curso dá direito a certificado.  Pré-inscrições e outras informações: bit.ly/economiaemulheres

Entre os assuntos abordados estão: educação financeira, dinâmica de investimentos, história das mulheres na economia, feminismo e autonomia. "O curso vai além de dicas de finanças. Vamos tentar nos aprofundar no universo feminino e sua relação com o dinheiro", explica Lia Mendes, uma das facilitadoras do curso e pesquisadora do IElla. Lia é professora formada em História e trabalhou durante 15 anos no setor bancário/financeiro.

Para a advogada, professora, mestra e doutora em Serviço Social e pesquisadora nas a%u0155eas de epistemologia feminista e gênero e co-fundadora do IElla, Ana Helena Ithamar Passos, a ideia do curso é entender economia a partir da história das mulheres e, assim,  construir uma nova relação com a gestão financeira.

A presidenta do MIRIM Brasil, Sylvia Siqueira Campos, acredita que a mulher é mestre em economia. “Elas conseguem usar o recurso existente - na maioria das vezes é pouco - da melhor forma. Não é milagre, nem mágica. Fazem isso com consciência sobre as prioridades, as necessidades de curto prazo e os investimentos. O diferencial deste curso é pensar a gestão do recurso também visando o bem-estar dela, o auto-cuidado e, juntas, entendermos porque o feminismo faz a crítica ao capital e quais são as nossas saídas para um mundo com igualdade e justiça”.
 
 


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