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Ceasa-PE já registra uma queda de 60% no abastecimento de mercadorias

A preocupação são com produtos mais perecíveis como folhosos e tomates. A batata inglesa já subiu 100% de um dia para o outro

Publicado em: 23/05/2018 16:00 | Atualizado em: 23/05/2018 16:06

A Ceasa-PE já registra uma baixa na oferta de bananas pelos comerciantes atacadistas. Foto: Arquivo/DP

O segundo dia da greve dos caminhoneiros autônomos começou a afetar efetivamente as centrais de abastecimento. A Central de Abascetecimento de Pernambuco (Ceasa-PE) já registrou nesta quarta-feira uma queda de 60% na entrada de caminhões que fazem transporte de frutas e verduras. Os preços praticados pelos atacadistas também começaram a ser alterados. A batata inglesa, por exemplo, dobrou o valor de comercialização no estado. A saca com 50 quilos saiu de R$ 110, para R$ 220. 

O presidente da Ceasa-PE, Gustavo Melo, que também preside a Associação Brasileira das Centrais de Abastecimento (Abracem), explicou que os preços das hortifrutis ainda não aumentaram mais porque muitos comerciantes têm reserva de mercadorias. "O impacto maior foi com a batata inglesa porque ela vem de Minas Gerais, Bahia, Goiás e do Paraná. Para fazer o a viagem, as empresas transportadoras exigem seguro da carga, mas as empresas estão fazendo, justamente por não saber o destino certo para escoar os produtos", observou. 

Além da batata inglesa, a cenoura também já teve um aumento de 50%. O quilo da batata passou de R $ 2, para R$ 3. Mas a procupação maior, segundo Gustavo Melo, são com as frutas. Já nota-se uma redução de algumas vindas principalmente do Vale do São Francisco. "Temos pouquíssimas bananas. Se o governo não resolver logo, a situação pode ser acentuada. A preocupação maior nossa são com os folhosos e a tomate, que se estragam bem mais rápido", ressaltou. 

Gustavo lembrou ainda que a parasalização dos caminhoneiros também afeta diretamente o pequeno produtor. "Muitos conseguiram fazer abastecimento do caminhão para transporte mas estão com suas mercadorias presas na estrada ou em depósito, correndo sério risco de se estragarem", disse. Até agora, Gustavo informou que não há falta de mercadorias. 
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