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José Loreto dança ao estilo Sidney Magal e se prepara para viver músico nos cinemas

Publicado em: 01/11/2019 19:43

No Instagram, Loreto publicou um vídeo no qual dança ao som de "O Meu Sangue Ferve por Você" (Foto: Instagram/Reprodução )
No Instagram, Loreto publicou um vídeo no qual dança ao som de "O Meu Sangue Ferve por Você" (Foto: Instagram/Reprodução )
O ator José Loreto, 35, resolveu mostrar aos fãs como está seu gingado. Isso porque ele já se prepara para dar vida ao cantor Sidney Magal nos cinemas. O filme que mostrará a trajetória do artista da música tem previsão para chegar às telas em julho do ano que vem.

No Instagram, Loreto publicou um vídeo no qual dança ao som de "O Meu Sangue Ferve por Você". Ele está com esse papel em mãos há cinco meses.

"Sextando ou Magalizando?", escreveu na legenda. Artistas e amigos dele elogiaram o estilo e o rebolado do ator.

Recém separado da atriz Débora Nascimento, o ator não quer ser visto com ninguém em público e costuma despistar quando questionado se já ficou com alguém após o término. 

"Desde que me separei, nunca tentei beijar ninguém em lugar exposto", limitou-se a dizer Loreto, no Rock in Rio. O ator ressalta que, neste momento, vive especialmente para si e para a filha, Bella, 1, fruto do antigo casamento com a atriz. Confira a publicação:
 
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Uma publicação compartilhada por José Loreto (@joseloreto) em 1 de Nov, 2019 às 8:57 PDT

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Resistência nordestina em cartaz

Diego Rocha *
Celebrando a resistência da arte nordestina e a arte nordestina de resistir, o 21º Festival Recife do Teatro Nacional está em cartaz na cidade para confirmar a vocação de um povo à resiliência e à criatividade. Até o próximo dia 24, a programação montada com muita assertividade pela Prefeitura do Recife irá apresentar 12 espetáculos em vários teatros da cidade, entre eles seis montagens nacionais jamais vistas na capital do Nordeste.
Mas não está toda no ineditismo a urgência que esses espetáculos carregam. Mas também e principalmente na referência e reverência que muitos fazem à estética e às temáticas fincadas no árido solo fértil do Nordeste. Alguns textos, como o da montagem Ariano %u2013 O Cavaleiro Sertanejo, da companhia carioca Os Ciclomáticos sequer foram produzidos no Nordeste. Mas sabem, bebem e comungam do povo que somos. Foram buscar inspiração em autores ensolarados como Ariano Suassuna e os tantos tipos e símbolos que ele fundou e transportou do imaginário nordestino para o mundo.
Há na programação citações ainda mais explícitas à nossa produção teatral. Parido do punho do próprio Ariano, em carne e pena, o clássico Auto da Compadecida chega ao Festival com sotaque mineiro, numa belíssima montagem do Grupo Maria Cutia, com a direção cênica precisa e sensível de Gabriel Villela, que conseguiu unir a cultura do cangaço pernambucano ao barroco mineiro, sem sair da trilha aberta pelo Movimento Armorial de Ariano.
São montagens que nos representam e, ao mesmo tempo, nos apresentam a nós mesmos, além de nos hastear bandeira a congregar territórios artísticos, afetivos e cívicos, num país assombrado e repartido por um projeto de poder excludente. Em cima e embaixo dos palcos, durante e depois do 21º Festival Recife do Teatro Nacional, que a arte e a força nordestina persistam farol aceso a nos guiar.

* Presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife

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