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Notícia de Ciência e Saúde
Crime Empresa de abortos nos Estados Unidos está envolvida na venda ilegal de órgãos e tecidos Em vídeos, funcionários da Planned Parenthood explicam como funciona a prática que é proibida por lei

Publicado em: 29/07/2015 21:09 Atualizado em: 29/07/2015 21:15

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução
Uma das maiores empresas de aborto dos Estados Unidos, a Planned Parenthood, vem sendo alvo de polêmica nas últimas semanas. Isso porque vídeos estão sendo divulgados semanalmente pela entidade pró-vida Centro para o Progresso Médico, que mostram alguns dos funcionários e principais diretores da multinacional explicando como funciona a venda de órgãos e tecidos de fetos abortados, o que é proibido por lei.

O último vídeo divulgado, gravado com câmera escondida, mostra a doutora Savita Gande, diretora médica e vice-presidente, afirmando que prefere o pagamento por órgão removido pois assim "podemos lucrar com isso", afirma. Já na segunda parte do novo vídeo, a diretora médica emérita da Planned Parenthood do Sudoeste do Pacífico, em San Diego, doutora Katherine Sheehan, conta sobre o relacionamento com a empresa que intermedia os órgãos de bebês abortados desde 1989.

Mas o que chocou muita gente foi ouvir de Holly O'Donnell, uma flebotomista, afirmar que aceitou  o trabalho para ser "técnica de contratos" em uma empresa de tecido fetal e biotecnologia StemExpress em 2012 e descobriu que a empresa atuava intermediando partes de corpos de bebês abortados para vender a universidades e institutos de pesquisas.

“Eu pensei que eu ia apenas retirar sangue, não obter tecidos de fetos abortados”, e contou que quase desmaiou em seu primeiro dia de trabalho quando solicitaram que ela dissecasse um feto recém-abortado durante treinamento. E passou seis meses identificando mulheres grávidas na Planned Parenthood cujos tecidos preenchiam os critérios para obter do feto após o aborto.

O líder de projeto do Centro para o Progresso Médico David Daleiden, que divulgou os vídeos, informou ao site LifeNews.com que “O trabalho de jornalismo investigativo vai continuar a vir à tona com relatos de testemunhas ainda mais convincentes e provas de fonte primária de tráfico e venda de partes de bebês pela Planned Parenthood para a obtenção de lucro. Tem de haver uma moratória imediata sobre o financiamento do pagador de impostos para a Planned Parenthood, enquanto o Congresso e os estados averiguam a extensão da violação da lei pela organização.”

Nove estados norte-americanos já iniciaram investigações contra a empresa, além de membros do Congresso.

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