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MOBILIZAÇÃO

Entregadores de aplicativos planejam paralisação em todo o país

Publicado em: 29/06/2020 17:29

 (Foto: Arquivo/AFP )
Foto: Arquivo/AFP
Motoboys e entregadores de todo o país estão se mobilizando para uma paralisação na quarta-feira (1º). O movimento, inspirado na greve dos caminhoneiros de maio de 2018, reivindica melhores condições de trabalho à empresas de entrega, como iFood, Rappi, Loggi e Uber Eats. Organizado via WhatsApp, a mobilização reúne lideranças difusas e acontece à margem da organização dos sindicatos.

A categoria cobra das empresas, desde a definição de uma taxa fixa  mínima de entrega, por quilômetro rodado, até o aumento dos valores repassados aos entregadores por serviços realizados. Entre as reivindicações, os entregadores pedem ainda ajuda de custo para aquisição de equipamentos de proteção individual contra a Covid-19, como máscaras e luvas. 

Outra queixa dos entregadores se refere aos bloqueios a uma política de bloqueio dos aplicativos que acaba punindo os colaboradores que se negam a realizar entregas, por exemplo, na chuva, ou em determinado horário do dia. 

Ao jornal Estado de S. Paulo, um dos líderes do movimento na capital paulista afirma que a política de bloqueio acontece sem transparência definida e acaba não permitindo os entregadores a escolherem o horário que preferem trabalhar.

"Eles (os aplicativos), com essa política de bloqueio, nos obrigam a trabalhar na hora em que eles querem", afirma Diógenes Souza, um dos líderes do movimento na cidade de São Paulo. "Quem se nega a fazer o serviço porque não gosta de pilotar no meio da chuva corre o risco de ficar o dia inteiro bloqueado e sem faturar", diz.

Em nota, o iFood informa que em nenhuma hipótese entregadores são desativados ou sofrem punições por participar de movimentos. "Essa medida é tomada somente quando há um descumprimento dos Termos & Condições para utilização da plataforma e é válida tanto para entregadores, como para consumidores e restaurantes."

O aplicativo também diz que não adota nenhuma medida que possa prejudicar aqueles que rejeitam pedidos. "Ao rejeitar muitos pedidos, o sistema entende que o entregador não está disponível naquele momento e pausa o aplicativo, voltando a enviar pedidos, em média,  15  minutos depois."

Com informações do Estado de S. Paulo. 
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