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Cármen Lúcia discute situação carcerária com juízes da Região Norte
A ida de Cármen Lúcia a Manaus ocorre três dias depois da rebelião que terminou com 56 presos mortos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), entre os dias 1º e 2 de janeiro
Publicado: 05/01/2017 às 15:04
A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo/
A ida de Cármen Lúcia a Manaus ocorre três dias depois da rebelião que terminou com 56 presos mortos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), entre os dias 1º e 2 de janeiro, e que motivou a reunião dos judiciários da Região Norte. Também eram esperados para o encontro desta quinta-feira os presidentes do TJs do Maranhão e do Rio Grande do Norte.
Ontem (4), Cármen Lúcia, que também preside o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), recebeu em seu gabinete o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, com quem também discutiu a situação das prisões brasileiras.
Por questões de segurança, não estão previstas visitas de Cármen Lúcia a presídios locais. Desde que assumiu o comando do Judiciário, em setembro, a ministra tem feito visitas surpresa a penitenciárias do país e já esteve em unidades prisionais no Distrito Federal, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul.
Moraes também esteve em Manaus na segunda-feira (2), quando se reuniu com o governador do Amazonas, José Melo.
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