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Em escola ocupada em São Paulo, polícia atira com balas de verdade
Dois militantes foram presos e não há registros oficiais de feridos
Publicado: 04/11/2016 às 10:56
Os estilhaços provenientes das balas, que eram letais e não de borracha, atingiram uma mulher. Foto: Reprodução/Facebook/Os estilhaços provenientes das balas, que eram letais e não de borracha, atingiram uma mulher. Foto: Reprodução/Facebook

Na manhã desta sexta-feira, cerca de 10 viaturas da Polícia Civil e Militar tentaram desocupar a Escola Nacional Florestan Fernantes, dirigida por educadores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Guaratema, São Paulo. De acordo com relatos, os policiais não possuíam mandado de busca e apreensão. Dois militantes foram presos, entre eles um voluntário de 72 anos.
Polícia de São Paulo nega disparo de arma de fogo em escola ocupada pelo MST
Uma nota publicada na página da escola no Facebook diz que os policias chegaram na escola por volta das 9h25 de hoje. Os estilhaços provenientes das balas, que eram letais e não de borracha, atingiram uma mulher.
Em nota publicada no site, o MST manifestou repúdio à ação da Polícia de São Paulo e "exige que o governo tome as medidas cabíveis nesse processo".
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