Uma gestante da Flórida, nos Estados Unidos, votou enquanto estava em trabalho de parto, antes de seguir para a maternidade durante a eleição presidencial do país. O caso aconteceu em 2020 e foi relatado por meio do jornal The Orlando Sentinel. Para conseguir uma cédula para votação pelo correio, o marido dela correu até o escritório do Supervisor de Eleições do Condado de Orange.
Enquanto aguardava no carro, ela recebeu o documento de um funcionário, que esperou no local até que o preenchimento terminasse. Depois, o casal foi para o Hospital Orlando Health Winnie Palmer, onde o bebê nasceu.
Prioridade inesperada no dia da eleição
A identidade da gestante e do marido não foi revelada publicamente, e o motivo de ela ter ido ao local de votação em trabalho de parto segue sem explicação oficial. Eileen Deliz, funcionária do Supervisor de Eleições, relatou o episódio ao The Orlando Sentinel.
Segundo o relato de Eileen Deliz ao jornal, a mulher parecia disposta a cumprir a etapa presencial como dever cívico antes de seguir para o parto e teria esperado no local por isso. Ainda de acordo com o relato, o plano era votar primeiro e só então ir ao hospital.
Caso chamou atenção da equipe eleitoral
O episódio circulou entre os funcionários responsáveis pelo atendimento aos eleitores naquela sexta-feira de movimento intenso no condado. Eileen Deliz disse que a rotina do grupo costuma ser cheia de tarefas, mas que situações assim tornam o dia de trabalho gratificante.
Para a equipe, o episódio reforçou o peso simbólico de ir às urnas mesmo em circunstâncias pouco convencionais. O bebê nasceu horas depois, no Hospital Orlando Health Winnie Palmer, poucos momentos após a mãe concluir sua participação na eleição presidencial daquele ano.










