O peso considerado saudável para quem mede 1,60 m, 1,70 m ou 1,80 m não é um número fixo que sirva para todos. Genética, saúde geral, estrutura muscular, retenção de líquidos e nível de atividade física influenciam o que é saudável para cada corpo de acordo com a nutrição.
Calcular um peso adequado, no entanto, exige mais do que comparar o peso com a altura. A composição corporal e a distribuição dos músculos também entram na conta, o que vai além de aplicar uma fórmula simples a qualquer pessoa.
O Índice de massa corporal como referência
Ao dividir o peso pelo quadrado da altura, chega-se ao Índice de Massa Corporal (IMC), a ferramenta mais usada pelos profissionais. O indicador organiza a população em faixas que ajudam a avaliar a condição física de forma geral.
Um IMC abaixo de 18,5 indica baixo peso. Entre 18,5 e 24,9, a pessoa está na faixa de peso normal. De 25 a 29,9, o IMC indica sobrepeso. A partir de 30, indica obesidade.
Quando o peso está abaixo do ideal
Nem toda dificuldade relacionada ao peso envolve emagrecimento. Pessoas com IMC inferior a 19 ou 20 podem sinalizar doenças associadas, como distúrbios do comportamento alimentar, doenças metabólicas ou problemas inflamatórios intestinais. Para ganhar peso de forma saudável, a estratégia é aumentar o consumo de calorias com refeições ricas em proteínas.
Ovos, queijo, frango e salmão são opções práticas de alimentos que ajudam a construir massa muscular sem prejudicar o organismo. Fazer refeições a cada três horas ajuda a manter o balanço energético positivo sem exigir porções muito grandes de uma só vez. Esse ritmo, combinado com exercícios de força, contribui para mudanças sustentáveis no corpo.
Emagrecimento e mudança de hábitos
Para alcançar um peso mais saudável dentro das faixas recomendadas, é essencial combinar alimentação adequada e movimento regular. Dietas equilibradas podem acelerar o metabolismo e reduzir a ansiedade, dois fatores que facilitam o controle do peso quando há acompanhamento profissional.
A atividade física aumenta o gasto calórico e melhora a forma como o corpo usa energia. Em casos de obesidade mais grave, médicos podem indicar medicamentos específicos ou cirurgia bariátrica. Essas opções devem ser associadas a mudanças nos hábitos diários para garantir resultados duradouros.
Por que a orientação profissional não é negociável
Nenhum plano de mudança de peso deve começar sem orientação. Nutricionistas avaliam o caso de cada pessoa e elaboram estratégias que levam em conta sua rotina e suas características biológicas. A saúde não se resume a um número na balança.
Por isso, os profissionais priorizam o bem-estar integral, em vez de metas estéticas desconectadas da realidade de cada pessoa. Com orientação profissional, reduzir gordura corporal, ganhar massa muscular ou manter o equilíbrio por mais tempo se tornam processos mais seguros e eficazes.










