São Paulo enfrenta nesta terça-feira (18) um dia de calor intenso, com sol predominante, poucas nuvens e máxima entre 30°C e 32°C. A umidade relativa do ar pode recuar até 31%, nível que exige atenção, especialmente para pessoas com problemas respiratórios.
No interior do estado, as regiões oeste e noroeste registram as temperaturas mais elevadas. Na metade norte paulista, a umidade fica entre 20% e 30%, abaixo do registrado na capital. O cenário de calor e ar seco se estende a pontos de Minas Gerais e a todo o Centro-Oeste.
Sul enfrenta temporais
Enquanto o calor predomina no interior do país, uma frente fria mantém chuva moderada a forte no Rio Grande do Sul. A instabilidade atinge o sul, o sudoeste, o sudeste, o litoral sul e a Campanha gaúcha, com risco de temporais isolados. O litoral sul gaúcho concentra os maiores riscos.
Atrás da frente fria, avança uma massa de ar polar que derruba as temperaturas no extremo sul do estado. Santa Catarina e Paraná, por sua vez, têm tempo firme e calor intenso ao longo do dia.
Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste
O Sudeste acompanha a tendência de São Paulo, com tempo quente e estável. Chuva fraca e isolada se restringe ao nordeste e leste de Minas Gerais e ao Espírito Santo. No Triângulo Mineiro e no oeste do estado, a umidade cai para entre 20% e 30%.
No Centro-Oeste, o tempo segue quente e seco. Cuiabá pode atingir 38°C, enquanto Campo Grande marca 35°C. A região central do Mato Grosso enfrenta ressecamento intenso, com umidade entre 12% e 20%, o que eleva o risco de queimadas e incêndios florestais.
No Nordeste, a chuva se concentra no litoral baiano, no Recôncavo, em Sergipe, Alagoas e no leste de Pernambuco, com variação de moderada a forte e risco de temporais. Rajadas de vento podem chegar a 70 km/h em pontos isolados. O interior nordestino permanece quente e seco.
Norte: pancadas e ressecamento
Na Região Norte, o oeste de Roraima e diferentes pontos do Amazonas concentram as instabilidades, com pancadas moderadas a fortes previstas. Há risco de temporais no Acre e oeste de Rondônia.
No Tocantins e nas porções sul e sudeste do Pará, a umidade entre 20% e 30% eleva o risco de queimadas.










