Carla Perez, apresentadora e ex-dançarina que ficou famosa no SBT e no grupo de axé É O Tchan nos anos 1990, é dona de uma mansão de veraneio no litoral da Bahia avaliada em cerca de 4 milhões de reais. Aos 48 anos, a artista usa o imóvel para descanso e celebrações com a família, longe da exposição intensa que marcou o início da carreira. Os detalhes da propriedade foram publicados pela revista Caras.
Como é a mansão
A casa tem projeto contemporâneo, com fachada que combina grandes painéis de vidro, madeira e revestimentos em tons claros. O visual é moderno e arejado, típico das construções de alto padrão no litoral brasileiro.
Na área externa, o destaque é uma piscina com bordas em pastilhas azuis, cercada por espreguiçadeiras para descanso ao ar livre. O espaço é integrado diretamente à área gourmet, que inclui churrasqueira e uma mesa grande para reunir família e convidados em ocasiões especiais.
No andar térreo, a sala de estar tem abertura direta para o deck da piscina por meio de grandes portas de correr. A decoração mistura uma base em cores neutras com objetos e acabamentos em tons mais vibrantes em pontos específicos dos ambientes internos. No pavimento superior, uma varanda ampla com guarda-corpo de vidro garante boa entrada de luz natural e vista para o exterior da propriedade.

Carreira e patrimônio
Carla Perez ganhou projeção nacional como dançarina do É O Tchan, grupo que dominou os palcos e as televisões brasileiras na segunda metade dos anos 1990. Com a popularidade conquistada, ela passou a apresentar atrações em diferentes emissoras de televisão e construiu uma trajetória de mais de três décadas no entretenimento.
Foi esse histórico profissional longo que viabilizou os investimentos imobiliários no Nordeste ao longo dos anos. A mansão no litoral baiano é um dos resultados dessa estabilidade financeira acumulada desde os tempos de maior sucesso nos palcos.
Hoje mais reservada, a apresentadora concentra parte da rotina na propriedade baiana. A casa serve de refúgio para as férias em família e para as comemorações privadas, bem distante dos holofotes que definiram sua imagem pública nos anos 1990.










