Enquanto volta aos holofotes por uma reaproximação com Vini Jr., a influenciadora Virgínia Fonseca também chamou atenção por um investimento milionário no mercado imobiliário. A empresária comprou um apartamento de alto padrão em Itapema, no litoral de Santa Catarina, em um edifício que tem participação da NR Sports, empresa ligada à família de Neymar. Ao mesmo tempo, ela responde a uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) relacionada à divulgação de plataformas de apostas.
O imóvel adquirido fica no edifício Edify One, empreendimento conhecido na região pela ligação com Neymar. O jogador chegou a visitar as obras em 2024, o que ajudou a popularizar o residencial entre investidores e compradores de imóveis de luxo.
Apartamento de Virgínia
O apartamento comprado por Virgínia ocupa um andar inteiro do edifício e possui mais de 400 metros quadrados de área privativa. O projeto inclui cinco suítes, elevador com acesso direto ao imóvel e uma estrutura voltada para moradores de alto padrão.
Segundo informações divulgadas sobre o empreendimento, o imóvel está avaliado em mais de R$ 20 milhões. O condomínio ainda conta com cinco pavimentos destinados a vagas de garagem e uma área de lazer de aproximadamente 2.700 metros quadrados, distribuída em dois andares.
A participação da NR Sports no projeto fez com que o edifício passasse a ser conhecido como o “prédio do Neymar”, embora o atacante não seja proprietário das unidades residenciais.
Ação contra influenciadora
Além da compra do imóvel, Virgínia enfrenta uma ação civil pública apresentada pelo MPDFT contra ela e a plataforma de apostas Blaze. O processo questiona a publicidade feita pela influenciadora e aponta supostas práticas comerciais consideradas abusivas.
De acordo com o órgão, a ação cita cerca de 42 mil reclamações de consumidores envolvendo a plataforma, incluindo relatos de bloqueio de contas e dificuldades para sacar valores. O Ministério Público também sustenta que campanhas publicitárias com influenciadores poderiam estimular expectativas irreais de ganhos financeiros.
Na ação, o MPDFT pede que a Justiça condene os envolvidos ao pagamento de R$ 120 milhões por danos morais coletivos. O caso segue em tramitação e ainda será analisado pelo Judiciário.










