De acordo com o jornalista Ulisses Campbell, autor do livro “Tremembé: O presídio dos famosos”, Robinho não conseguiu se adaptar à rotina da prisão e tem sido visto “falando sozinho” no pátio da penitenciária. Preso desde 2024, após ter sido condenado na Itália por estupro coletivo em 2013, o ex-jogador teve sua rotina no presídio detalhada por Ulisses.
Em entrevistas aos podcasts Flow e Ticaraticacast, o jornalista explicou que aumentou o número de visitas de outros presos para ver o ex-atleta. Além disso, Robinho tem treinado equipes formadas por carcereiros e detentos. Segundo Campbell, ele também tem auxiliado outros presos, oferecendo orientação jurídica por meio de advogados indicados.
Em contrapartida, Robinho não participa dos serviços de limpeza em Tremembé e conta com a proteção dos demais detentos: “Ele divide cela com um preso. Ele é um ‘astro’. Qualquer preso que chegue com essa alcunha dele, ele já jogou na seleção…a própria comunidade vai cuidar dele. Ele disse que os presos vão contando os dramas para ele”.
No fim de agosto, o STF rejeitou o recurso da defesa do ex-jogador que pedia sua liberdade, com o placar de 10 a 1. Apenas o ministro Gilmar Mendes votou de forma contrária à decisão do relator do processo, ministro Luiz Fux. Robinho foi condenado na Itália a 9 anos de prisão, e a pena passou a ser cumprida no Brasil após homologação pelo STJ.
Tudo sobre a prisão de Robinho
- Condenação na Itália: Robinho foi condenado em 2013 por estupro coletivo na Itália, recebendo pena de 9 anos de prisão.
- Cumprimento da pena no Brasil: A sentença foi homologada pelo STJ, permitindo que a pena fosse cumprida no Brasil.
- Prisão: O ex-jogador foi preso em 2024.
- Tentativa de liberdade: A defesa recorreu ao STF pedindo a libertação, mas o pedido foi negado em agosto de 2025, com o placar de 10 a 1. Apenas o ministro Gilmar Mendes votou a favor.
- Rotina na prisão: Segundo o jornalista Ulisses Campbell, Robinho não se adaptou totalmente à rotina, fala sozinho no pátio, treina times de carcereiros e presos, e auxilia outros detentos com orientação jurídica.
- Tratamento especial: Em troca de suas atividades, Robinho não participa de serviços de limpeza e recebe proteção de outros detentos.






