A Região Sul do Brasil entrou em estado de atenção após novos alertas sobre a possível chegada do fenômeno climático El Niño a partir de julho de 2026. Especialistas indicam que o evento pode ganhar força no segundo semestre, trazendo mudanças significativas no clima, principalmente com aumento expressivo das chuvas e maior risco de eventos extremos.
De acordo com instituições como o Cemaden e órgãos internacionais, a probabilidade de formação do fenômeno ultrapassa 80% na segunda metade do ano. A tendência é que o El Niño comece a se intensificar entre julho e agosto, alterando o padrão climático após um período de neutralidade observado nos primeiros meses de 2026.
Para os estados do Sul, o cenário preocupa especialmente por conta do risco de chuvas acima da média, temporais frequentes e até episódios de enchentes. Além disso, há possibilidade de granizo, ventos fortes e dificuldades para atividades agrícolas, já que o excesso de umidade pode prejudicar lavouras e colheitas.
Enquanto isso, o fenômeno também deve provocar efeitos opostos em outras regiões do Brasil, como seca no Norte e Nordeste e ondas de calor mais intensas no Centro-Oeste e Sudeste. Esse contraste reforça o impacto amplo do El Niño, que altera a dinâmica climática em praticamente todo o país.
Fenômeno pode trazer extremos e preocupa autoridades
O alerta reforça a necessidade de preparação por parte de governos e da população, especialmente em áreas historicamente afetadas por enchentes e deslizamentos. Com o aumento das chuvas no Sul, a recomendação é acompanhar previsões meteorológicas e possíveis avisos da Defesa Civil nos próximos meses.
Além disso, especialistas destacam que o fenômeno pode ser ainda mais intenso devido ao cenário global de aquecimento, o que aumenta o risco de eventos extremos. Por isso, o monitoramento constante será essencial para reduzir impactos e evitar tragédias, principalmente no período entre o segundo semestre de 2026 e o início de 2027.






