Após ter sido derrotada pela Bósnia e Herzegovina na repescagem das eliminatórias europeias para a Copa do Mundo de 2026, a Seleção Italiana acabou ficando de fora de mais uma edição da competição, sendo essa sua terceira ausência consecutiva.
Contudo, de acordo com informações divulgadas pelo jornal La Gazzetta dello Sport, o time teve a chance de conquistar uma vaga no Mundial por meio de uma ideia que chegou até mesmo a ser apresentada à Federação Internacional de Futebol (FIFA).
Desenvolvido por Paolo Zampolli, o enviado especial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para parcerias globais, o plano consistia em fazer com que a Itália assumisse o lugar do Irã, que ainda está em guerra contra os EUA e Israel, na Copa de 2026.
Mesmo vista como uma oportunidade relevante, a proposta acabou sendo rejeitada pelo Comitê Olímpico Nacional Italiano, presidido por Luciano Buonfiglio, e também se tornou alvo de críticas por parte de autoridades iranianas.
Além disso, ministro do Esporte e da Juventude da Itália, Andrea Abodi, também se manifestou, classificando a alternativa inadequada e destacando que a oportunidade precisa ser conquistada dentro de campo.
Irã segue classificado para disputar Copa do Mundo pela sétima vez
Mesmo com as dúvidas levantadas por conflitos, o Irã permanece com sua presença confirmada no torneio, uma vez que concluiu a terceira fase das eliminatórias da Ásia com sucesso. Com isso, a seleção do país agora se prepara para disputar sua sétima Copa do Mundo.
E conforme revelado pela porta-voz do governo iraniano, Fatemeh Mohajerani, em entrevista à emissora estatal IRIB, o time está devidamente habilitado para participar do Mundial, o que reforça as expectativas de participação.
Tendo em vista que, há algumas semanas, foi sinalizado interesse em evitar jogos nos Estados Unidos em razão das tensões entre os países, a declaração reforça que o Irã cumprirá sem problemas o planejamento estabelecido pela FIFA.






