O horário de verão é uma prática adotada em diversos países que consiste em adiantar os relógios em uma hora durante parte do ano.
A proposta, conhecida mundialmente como Daylight Saving Time, tenta ajustar a rotina da população aos períodos com maior presença de luz natural.
No entanto, no Brasil, a medida não será aplicada em 2026. Esta será a sexta vez consecutiva que o país permanece sem alterar o horário oficial.
Para que serve o horário de verão?
A principal finalidade do horário de verão é aproveitar melhor a claridade no fim do dia. Ao adiantar o relógio, o pôr do sol ocorre mais tarde no horário oficial, reduzindo, em tese, a necessidade de iluminação artificial nas primeiras horas da noite.
Entre os objetivos tradicionalmente associados à medida estão:
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Redução do consumo de energia elétrica
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Alívio na demanda do sistema elétrico nos horários de pico
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Melhor distribuição do uso de energia ao longo do dia
A ideia é que, com mais luz natural disponível no período de maior atividade econômica, parte do consumo concentrado no fim da tarde seja suavizado.
A eficácia ainda é debatida
Nos últimos anos, estudos indicaram que os resultados variam conforme fatores como clima, hábitos da população, uso de ar-condicionado e composição da matriz energética. Em algumas regiões, a economia gerada foi considerada pequena ou pouco relevante diante das mudanças no perfil de consumo.
Esse cenário contribuiu para que o Brasil mantivesse a decisão de não retomar o horário de verão.
Situação em outros países
Enquanto isso, nos Estados Unidos, a mudança continua em vigor. Em 2026, o ajuste ocorrerá no dia 8 de março, quando os relógios serão adiantados das 2h para as 3h da manhã. Com isso, as tardes ficam mais longas, embora as manhãs permaneçam temporariamente mais escuras.
Assim, para 2026, o cenário está definido: o Brasil seguirá sem horário de verão, enquanto outras nações mantêm o sistema ativo.






