O Lulu da Pomerânia, também conhecido como Spitz Alemão, está entre os cães mais caros do Brasil, podendo chegar a custar cerca de R$ 30 mil dependendo da linhagem. Pequeno, peludo e cheio de energia, o animal se tornou um dos favoritos entre quem busca um pet de companhia com aparência marcante e comportamento ativo.
Apesar do tamanho reduzido, o Lulu exige cuidados importantes, especialmente quando está fora de casa. Não é recomendado que ele ande solto em locais públicos, já que sua curiosidade natural pode colocá-lo em situações de risco. Por ser muito pequeno, o cachorro pode fugir facilmente, correr atrás de estímulos ou até se envolver em acidentes, como atropelamentos.
Outro ponto essencial é a segurança geral do animal. Por ser sensível e frágil, o Spitz Alemão pode se machucar com facilidade em ambientes movimentados ou ao interagir com cães maiores. O uso de guia é fundamental para garantir o controle e evitar imprevistos durante passeios.
Além disso, há a questão legal. Em muitas cidades brasileiras, como São Paulo, a legislação exige que os cães estejam sempre com coleira e guia em locais públicos, independentemente do porte. Ou seja, além de proteger o animal, manter o Lulu da Pomerânia na guia também evita problemas com a lei.
Raça exige cuidados especiais e está entre as mais valorizadas do país
O alto valor do Lulu da Pomerânia está ligado à sua popularidade, aparência e padrão de criação, sendo considerado um dos cães mais desejados do Brasil. Criadores especializados investem em linhagens específicas, o que pode elevar ainda mais o preço final do animal.
Mesmo com o custo elevado, especialistas reforçam que o mais importante é garantir o bem-estar do pet, com cuidados diários, alimentação adequada e segurança nos passeios. Esses fatores são essenciais para que o animal tenha qualidade de vida e conviva de forma saudável com seus tutores.






