Guerra no Oriente Médio: Nada está tão ruim que não possa piorar
Entrada do grupo xiita Houthi no conflito, com os ataques a Israel no último sábado (28 de março), ameaça amplificar a crise do petróleo com eventuais ataques a embarcações no Mar Vermelho, uma importante rota de transporte marítimo via Canal de Suez
A guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã acaba de completar um mês e as incertezas sobre sua duração e os impactos na economia continuam a tirar o sono de governantes e agentes financeiros neste fim de março. Apesar da previsão feita pelo presidente norte-americano, Donald Trump, de que o conflito duraria quatro ou cinco semanas, ele continua em curso.
Diante do cenário, alguns analistas de finanças parecem estar invocando algumas das “Leis de Murphy”, que têm como princípio fundamental a máxima de que “se algo pode dar errado, dará”. Entre elas está a do tempo: “Tudo leva mais tempo do que se julgava”. Nos últimos dias, porém, outra Lei de Murphy tem inquietado quem acompanha o conflito: “Nada está tão ruim que não possa piorar”.
O temor tem sua razão de ser: a entrada dos Houthis no conflito, com os ataques à Israel em 28 de março, ameaça ampliar a crise do petróleo por causa de possíveis ataques, a partir do Iêmen, a embarcações que buscam acessar o Mar Mediterrâneo através do Canal de Suez. O grupo político-militar xiita, também conhecido como Ansarallah (Apoiadores de Deus), já bombardeou navios no Mar Vermelho em apoio ao Hamas durante a guerra em Gaza.
A pressão econômica sobre o presidente norte-americano talvez explique sua repentina disposição para a negociação. A abertura de uma nova frente de batalha no Mar Vermelho, somada ao controle iraniano do Estreito de Ormuz, deixaria os países exportadores de petróleo praticamente sem alternativa para escoar a produção.
Longe de querer ser mensageiro do apocalipse, mas Trump deveria ter revisitado as leis inspiradas em seu compatriota Edward Murphy, principalmente a que fala sobre solução de problemas: “Se um problema parece fácil de resolver, você não entendeu o problema”.
Vila Galé assume o Sheraton Praia do Paiva
O grupo português Vila Galé, que opera um resort “all inclusive” na Praia de Suape, vai assumir a operação do antigo Sheraton Paiva, fechado há seis anos. Segundo o prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Lula Cabral, além de fortalecer o turismo de negócios na região, o empreendimento deve gerar cerca de 600 empregos diretos e incrementar a arrecadação de ISS do município.
Grupo AMR inaugura 24 farmácias no estado
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99 inaugura ponto de apoio a entregadores
Atendendo a um chamamento público da Prefeitura do Recife, a 99 inaugurou o primeiro ponto de apoio aos profissionais de transporte e entrega (motos e bicicletas) programados pela administração municipal. Localizado no bairro de Santana (Zona Norte), o espaço de 300 metros quadrados oferece área climatizada, Wi-Fi, banheiros e local para refeições.