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Cervac comemora 35 anos de trabalho voltado para inclusão social
Há 35 anos, o Centro de Reabilitação e Valorização da Criança – Cervac, vem desenvolvendo um trabalho pautado na reabilitação e inclusão de pessoas com deficiência em Recife. Para celebrar a data, será realizado um culto ecumênico, nesta sexta-feira (28), às 19h, na Praça do Morro da Conceição com a participação de familiares, amigos, comunidade e apoiadores da instituição.
Ao longo desses anos, o Cervac vem prestando assistência, em sua maioria, a crianças e adolescentes de diversos bairros, principalmente da zona norte da cidade, oferecendo serviços gratuitos de psicologia, fonoaudiologia, fisioterapia e terapia ocupacional a crianças e adultos com deficiência e comprometimento neurológico.
Além do atendimento, o Centro desenvolve atividades por meio dos programas de ação social, reuniões com as famílias e atividade em grupos, que passam a ter, em suas pautas, temas que requerem opiniões e sugestões sobre a vida institucional, montagem de projetos, destinação de doações, organização de eventos, prestação de contas financeiras e de atividades, entre outros.
No Cervac, as crianças e adolescentes também têm a oportunidade de participar das atividades em grupos, sobre temas que lhes são mais próximos e com dinâmicas mais acessíveis as suas capacidades de entendimento. Entre as atividades artísticas desenvolvidas, destacamos a Banda Cervac, Grupo de Danças Arco Íris, Grupo Cidadania e Diretos, além dos grupos de arte e cultura.
O acesso aos serviços se dá a partir do Sistema de Regulação da Secretaria de Saúde do Recife, via Unidades de Saúde, a partir das avaliações semestrais. As avaliações são realizadas pela equipe técnica transdisciplinar, coordenada pelo programa de atenção à saúde da instituição.
FUNDAÇÃO
O Cervac começou a dar seus primeiros passos, a partir da iniciativa de três jovens do Morro da Conceição, na Zona Norte do Recife. Com o objetivo de conhecer melhor a população do bairro, bem como as condições de saúde, eles organizaram e realizaram uma pesquisa, na qual identificaram aproximadamente 64 crianças com deficiência com algum tipo de deficiência física e/ou mental, sendo a maioria delas crianças. O diagnóstico geral da pesquisa foi apresentado em um Seminário, durante uma semana, com a participação das famílias visitadas, bem como representantes de instituições e grupos organizados da comunidade.