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Sport enfrenta o Maranhão de olho em inesperada semifinal da Liga Feminina de Basquete
Leoas venceram a partida em casa e se vencerem mais uma, estão classificadas
A lua de mel, no entanto, ficou pendente. O máximo que conseguiu foi passar uma semana ao lado do marido. Neste domingo, ela estará em quadra, no jogo da volta, com o Maranhão. No primeiro encontro entre os dois times, o Leão levou a melhor e venceu por 95 a 81.
“Mas meu marido compreende. Sabe que é minha profissão. Só quando vai chegando o fim do contrato, ele começa a ligar mais. A saudade aperta. Mas quando fui jogar em São Paulo, o técnico me liberou para ir em casa”, conta Lais, jogadora que vem se destacando no returno da LBF.
Filha
E a saudade não é só do maridão. Aos 18 anos, no auge da carreira, quando atuava em Jundiaí, a ala engravidou do então namorado (Eduardo) e veio ao mundo Kaueny, hoje com oito anos. E bastou falar da filha para Lais ficar toda derretida. Apesar da pouca idade, é a menina quem a consola e lhe dá forças para seguir cumprindo seus contratos. “Desde pequena que a carregava para qualquer clube que fosse. Essa é a parte mais difícil na vida do atleta. Mas é meu trabalho. E hoje ela entende. Costuma dizer para eu aguentar que o campeonato está acabando”, explica a atleta do Rubro-negro.
Com quase cinco meses atuando pelo time pernambucano, a ala é considerada por Bete, comissão técnica e companheiras, o motorzinho do time. É incansável na marcação. “Sou de marcar forte e roubo bolas também. Costumo participar bastante do jogo”, revela a pequena notável rubro-negra, natural da cidade Caieiras, interior paulista.