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Roger não vê dependência da bola aérea no Galo e promete procurar soluções em campo
Treinador diz que time criou jogadas e lamentou noite feliz do goleiro Jean
Além de uma boa atuação do goleiro Jean, o Bahia não teve muitos problemas em afastar os perigos que rondaram a área. Isso porque, mais uma vez, o Atlético abusou das bolas alçadas na área. O time tentou 53 cruzamentos e acertou somente nove durante a partida. Quando tentou as jogadas de triangulação e infiltração, o Alvinegro também não teve bom desempenho.
Depois de mais um resultado negativo no Independência e muito criticado pela torcida, que chegou a vaiar o time, o técnico Roger Machado refutou a ideia de que a equipe foi dependente da chamada 'bola aérea'.
“Não concordo que a gente só usou bola aérea. Quando tínhamos dois centroavantes, no fim, foi sim. Mas antes, criamos jogadas na linha de fundo. Temos um excelente finalizador e conseguimos fazer jogadas para ele finalizar, mas o goleiro foi muito bem. Quando o adversário se fecha, é muito difícil entrar com triangulações, pela linha de fundo. Os adversários vem bem fechados nos marcar e, com um pênalti no início, reforçou a estratégia. Tivemos seis grandes oportunidades e o goleiro adversário estava inspirado”, disse.
O comandante atleticano ainda apontou que tentou mudar o panorama do jogo, mas que precisa buscar novas formas de recuperar o time em campo. “Como treinador, tenho que procurar soluções. Mudei o esquema no intervalo. Não posso dizer que meu time jogou mal, o que vale é a bola que entra no gol”, avaliou.
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