{{channel}}
Monitor de escola é preso depois de enviar material erótico para celular de aluno
Caso aconteceu em Abreu e Lima. Suspeito enviava fotografias e também vídeos para criança de 9 anos.
Um monitor de uma escola municipal de Abreu e Lima foi detido, na manhã desta segunda-feira (20), por enviar fotografias com conteúdo sexual para um aluno de 9 anos. Givandilson Luiz de Souza, 42 anos, foi autuado em flagrante depois que a mãe da criança encontrou quatro fotos, além de mensagens e animações, no celular do garoto. O suspeito foi autuado pelo crime de aliciar, seduzir e instigar crianças a fins de praticar ato libidinoso, não pagou a fiança de 30 salários mínimo estipulada e será encaminhado para audiência de custódia.
Há pelo menos uma semana, Givandilson enviava mensagens ao garoto. Ele também efetuava ligações fora do horário escolar, o que chamou a atenção da mãe da criança. “Ele falou que ia tomar banho, tirou a roupa e mandou fotos do pênis ereto para o menino. A mãe foi checar as mensagens, encontrou o conteúdo e foi até a delegacia”, detalhou o delegado Adyr Martens. Além do conteúdo de fotos, o suspeito sempre questionava a criança sobre onde estavam os pais em mensagens.
À polícia, Givandilson confessou e disse estar arrependido. “Ele disse que vinha conversando com a criança, mas colocou a culpa no garoto. Disse que ele dava cartaz. Tentou disfarçar, mas não tem como”, detalhou o delegado.
O suspeito trabalhava há três anos na Escola Municipal Professor Francisco Barros. A polícia investiga se ele também teria as mesmas práticas com outras crianças. Os aparelhos telefônicos da criança e do suspeito foram detidos. A polícia não encontrou computadores na casa de Givanilson. O material recolhido será encaminhado ao Instituto de Criminalística (IC) para fins de investigação.
Há pelo menos uma semana, Givandilson enviava mensagens ao garoto. Ele também efetuava ligações fora do horário escolar, o que chamou a atenção da mãe da criança. “Ele falou que ia tomar banho, tirou a roupa e mandou fotos do pênis ereto para o menino. A mãe foi checar as mensagens, encontrou o conteúdo e foi até a delegacia”, detalhou o delegado Adyr Martens. Além do conteúdo de fotos, o suspeito sempre questionava a criança sobre onde estavam os pais em mensagens.
À polícia, Givandilson confessou e disse estar arrependido. “Ele disse que vinha conversando com a criança, mas colocou a culpa no garoto. Disse que ele dava cartaz. Tentou disfarçar, mas não tem como”, detalhou o delegado.
O suspeito trabalhava há três anos na Escola Municipal Professor Francisco Barros. A polícia investiga se ele também teria as mesmas práticas com outras crianças. Os aparelhos telefônicos da criança e do suspeito foram detidos. A polícia não encontrou computadores na casa de Givanilson. O material recolhido será encaminhado ao Instituto de Criminalística (IC) para fins de investigação.