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Estudantes do Recife entre os melhores do mundo no campeonato de robótica
Alunos ficaram em oitavo lugar no Campeonato Mundial de Robótica (RoboCup), competição disputada em Leipzig, na Alemanha
Estudantes da Escola Municipal Rodolfo Aureliano, situada na Várzea, na Zona Oeste do Recife, têm motivos para comemorar e orgulhar o Brasil e Pernambuco. Os alunos do 7º e 8º anos da unidade de ensino representaram o país e ficaram em oitavo lugar no Campeonato Mundial de Robótica (RoboCup), competição disputada em Leipzig, na Alemanha. A equipe, batizada de Lego Kombat, é formada pelo trio Maria Eduarda Barbosa, de 12 anos, Paulo Poan, de 13, e Miguel Silva, de 13, e deve desembarcar na terra natal na noite da próxima quarta-feira. Eles disputaram a modalidade Resgate, com robôs a partir de blocos de encaixe do brinquedo Lego, e enfrentaram o desafio de montar peças em forma de carro, com programação para vencer trajetória com obstáculos e fazer a captura de objetos pré-determinados no menor tempo possível.
A equipe ficou atrás, na competição, de estudantes de países como China, Hungria, Japão, Croácia, Estados Unidos, Indonésia e a anfitriã Alemanha. No total, os competidores brasileiros de robótica disputaram com outras 24 equipes no nível 1, que reúne estudantes de até 15 anos. O time brasileiro também é integrado pela ex-aluna da escola Maryllia Willyane Félix, de 14 anos. Ela participou da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), em 2015, quando a rede municipal se classificou para a fase mundial. “As pistas de competição foram muito difíceis, mas conseguimos superar os obstáculos. Nós somos a oitava melhor equipe do mundo todo. O Brasil e o Recife têm os oitavos melhores alunos de robótica do planeta. Fico muito feliz e orgulhosa de ver a minha cidade investindo nisso, investindo na gente”, vibrou.
De acordo com o professor Cid Espíndola, que também treinou a equipe vencedora da disputa no Brasil em 2015, os estudantes da rede municipal voltarão ao Recife como favoritos na olimpíada de 2016, que, desta vez, será realizada na capital pernambucana, durante a edição da Campus Party, nos dias 20 e 21 de agosto. Ele treinou o grupo ao lado da professora Juliana Borges. “Disputamos com equipes que usam tecnologia de ponta e vimos que a programação que os meninos fizeram nos nossos robôs era uma das melhores. Por muito tempo, ficamos em segundo e terceiro lugar, na frente do Japão, por exemplo. Estou muito feliz pelo que fizemos aqui, fruto do trabalho que estamos desenvolvendo no Recife. A experiência foi espetacular. Pelo que aprendemos numa competição de tão alto nível, temos muita chance de sermos bicampeões brasileiros”, afirmou o docente, que é um dos coordenadores do Programa Robótica na Escola do Recife.
FORMAÇÃO
Mais de 70 mil alunos da educação infantil aos anos finais do ensino fundamental da rede municipal de ensino do Recife começaram a aprender robótica em 2014, quando a Prefeitura do Recife implementou o Programa Robótica na Escola. Em sala de aula, eles têm mais contato com os robôs feitos com blocos de encaixe da Lego Education, além de trabalhar com a linha de robôs humanoides (Nao) quando vão a aulas no Centro de Educação, Tecnologia e Cidadania (Cetec) ou quando participam de eventos como a caravana de robôs nas creches municipais. Até agora, a Secretaria de Educação do Recife investiu R$ 32 milhões no programa, que atende desde crianças, nas creches, até adolescentes, no ensino fundamental - os últimos aprendem até a programar robôs.
A equipe ficou atrás, na competição, de estudantes de países como China, Hungria, Japão, Croácia, Estados Unidos, Indonésia e a anfitriã Alemanha. No total, os competidores brasileiros de robótica disputaram com outras 24 equipes no nível 1, que reúne estudantes de até 15 anos. O time brasileiro também é integrado pela ex-aluna da escola Maryllia Willyane Félix, de 14 anos. Ela participou da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), em 2015, quando a rede municipal se classificou para a fase mundial. “As pistas de competição foram muito difíceis, mas conseguimos superar os obstáculos. Nós somos a oitava melhor equipe do mundo todo. O Brasil e o Recife têm os oitavos melhores alunos de robótica do planeta. Fico muito feliz e orgulhosa de ver a minha cidade investindo nisso, investindo na gente”, vibrou.
De acordo com o professor Cid Espíndola, que também treinou a equipe vencedora da disputa no Brasil em 2015, os estudantes da rede municipal voltarão ao Recife como favoritos na olimpíada de 2016, que, desta vez, será realizada na capital pernambucana, durante a edição da Campus Party, nos dias 20 e 21 de agosto. Ele treinou o grupo ao lado da professora Juliana Borges. “Disputamos com equipes que usam tecnologia de ponta e vimos que a programação que os meninos fizeram nos nossos robôs era uma das melhores. Por muito tempo, ficamos em segundo e terceiro lugar, na frente do Japão, por exemplo. Estou muito feliz pelo que fizemos aqui, fruto do trabalho que estamos desenvolvendo no Recife. A experiência foi espetacular. Pelo que aprendemos numa competição de tão alto nível, temos muita chance de sermos bicampeões brasileiros”, afirmou o docente, que é um dos coordenadores do Programa Robótica na Escola do Recife.
FORMAÇÃO
Mais de 70 mil alunos da educação infantil aos anos finais do ensino fundamental da rede municipal de ensino do Recife começaram a aprender robótica em 2014, quando a Prefeitura do Recife implementou o Programa Robótica na Escola. Em sala de aula, eles têm mais contato com os robôs feitos com blocos de encaixe da Lego Education, além de trabalhar com a linha de robôs humanoides (Nao) quando vão a aulas no Centro de Educação, Tecnologia e Cidadania (Cetec) ou quando participam de eventos como a caravana de robôs nas creches municipais. Até agora, a Secretaria de Educação do Recife investiu R$ 32 milhões no programa, que atende desde crianças, nas creches, até adolescentes, no ensino fundamental - os últimos aprendem até a programar robôs.