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Priscila Krause diz que não pensa em saida do DEM, mas vai aguardar resultado de fusão com o PTB

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Foto: João Bita
Foto: João Bita

A deputada estadual democrata, Priscila Krause, afirmou na manhã desta terça-feira (14) que vai aguardar o andamento das negociações de fusão entre o DEM o PTB para definir se permanecerá ou não na legenda.

Ao Diario, Priscila contou que está na espera de uma definição para que tenha uma posição definida. Ela disse considerar a fusão do partido com o DEM ainda uma hipótese - mesmo que provável - e, portanto, ainda não vislumbra uma saída do DEM. "Estou aguardando, não existe nenhuma movimentação de saída, estou aguardando que o quadro se defina para ver quais os cenários que se apresentam", afirmou.

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O modo como acontecerá a fusão também será considerado por Krause ao resolver seu destino. "Estou tentando evitar hipóteses, porque até as hipóteses tem variáveis. Tamos que ver em que sentido se dará a fusão, se não acontecerá. Não estou me movimentando nesse sentido (saída do DEM) estou esperando a definição do partido", explicou.

A deputada ressaltou que o processo ainda está entre as Executivas nacionais dos dois partidos. 

Em Foco

Mais cedo, a deputada do DEM foi uma das convidadas do programa EM Foco da Rádio Globo 720 AM, apresentado pelo jornalista Aldo Vilela. No programa, ao lado da deputada petista Teresa Leitão, Priscila apontou falhas do governo estadual na condução administrativa.

A deputada, que votou a favor da PL 49, que restringiu o aumento de 13,01% nos salários aos professores com magistério, criticou a postura do governo que se manifestou por meio do líder na assembleia ressaltando que a questão seria revista ao fim do primeiro quadriênio e no dia seguinte, por meio do secretário de Administração, negou a possibilidade de aumento.

"Eu acho até uma postura prudente (esperar o primeiro quadrimestre), mas acho que as coisas devem ser colocadas de maneira clara e objetiva para que ninguém se sinta, de certa forma, traído", destacou.

Ela aponta ainda que a cobrança sobre Paulo deve ir além de um possível reajuste efetuado agora, e sim, focando no compromisso de campanha assumido pelo socialista de dobrar os salários dos docentes nos próximos quatro anos. "A expectativa deve ser, de fato, com os reajustes até 2018, para os reajustes de campanha prometidos pelo próprio governador. Este governo precisa acenar para o cumprimento dessa promessa", reforçou Krause.

Ela destacou ainda a árdua missão de Paulo Câmara de "arrumar a casa" e ao mesmo, tempo, se consolidar como uma liderança. "O governador tem um grande desafio. Além de arrumar a casa, tem que se firmar como uma liderança política, ele precisa se firmar para que as questões técnicas se sobreponham às questões políticas".