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Bancos digitais atraem com custo zero
Nubank, 9 milhões de clientes no país; Banco Inter, 2 milhões. Lançado oficialmente há cerca de 20 dias, o C6 Bank, fundado por ex-executivos do BTG Pactual, já começou suas atividades com mais de 200 mil pessoas na carteira, captadas nos seis meses de operação em teste. Em comum, as três chegaram ao mercado seduzindo consumidores de um perfil mais jovem pela promessa de praticidade e custo zero na maioria de suas operações. Enxergam ainda potencial nos 45 milhões de pessoas ainda sem conta bancária no Brasil.
Mas o desafio dessas novas empresas digitais é transformar esses números em lucro, enquanto parecem levar vantagem nessa queda de braço contra os tradicionais bancos brasileiros. O Nubank, por exemplo, fechou 2018 com prejuízo de R$ 100,3 milhões, mas dobrou sua receita, de R$ 567,3 milhões, em 2017, para R$ 1,23 bilhão, ano passado. O banco está presente em todos os 184 municípios pernambucanos e possui mais de 150 mil contas. Números que o C6 Bank deve perseguir para tentar fechar a conta no azul. Segundo a assessoria da instituição, Pernambuco foi sétimo estado com mais pedidos de convite na fase-teste. Na visão do head de produtos de pessoa física do C6 Bank, Maxnaun Gutierrez, o consumo dos produtos que o banco digital está desenvolvendo e oferecendo vai gerar a renda necessária para essa equação finalizar positiva. Por enquanto, as apostas são em serviços de saques e transferências, inclusive por meio de SMS e WhatsApp, gratuitos, cartões de crédito com programas de recompensa e ofertas de CDBs (o certificado de depósito bancário) com remuneração a partir de 100% do CDI (o certificado de depósito interbancário). Há também uma maquininha de pagamento para as empresas: o C6 Play. Segundo Gutierrez, uma ferramenta para substituir os caixa eletrônicos cada vez mais raros nas cidades devido à violência urbana. “Nossa maquininha do varejo poderá fazer saques, dando escala a esse tipo de operação. Isso ajuda também o empreendedor a não reter o valor em mãos”, argumentou.
Mas o desafio dessas novas empresas digitais é transformar esses números em lucro, enquanto parecem levar vantagem nessa queda de braço contra os tradicionais bancos brasileiros. O Nubank, por exemplo, fechou 2018 com prejuízo de R$ 100,3 milhões, mas dobrou sua receita, de R$ 567,3 milhões, em 2017, para R$ 1,23 bilhão, ano passado. O banco está presente em todos os 184 municípios pernambucanos e possui mais de 150 mil contas. Números que o C6 Bank deve perseguir para tentar fechar a conta no azul. Segundo a assessoria da instituição, Pernambuco foi sétimo estado com mais pedidos de convite na fase-teste. Na visão do head de produtos de pessoa física do C6 Bank, Maxnaun Gutierrez, o consumo dos produtos que o banco digital está desenvolvendo e oferecendo vai gerar a renda necessária para essa equação finalizar positiva. Por enquanto, as apostas são em serviços de saques e transferências, inclusive por meio de SMS e WhatsApp, gratuitos, cartões de crédito com programas de recompensa e ofertas de CDBs (o certificado de depósito bancário) com remuneração a partir de 100% do CDI (o certificado de depósito interbancário). Há também uma maquininha de pagamento para as empresas: o C6 Play. Segundo Gutierrez, uma ferramenta para substituir os caixa eletrônicos cada vez mais raros nas cidades devido à violência urbana. “Nossa maquininha do varejo poderá fazer saques, dando escala a esse tipo de operação. Isso ajuda também o empreendedor a não reter o valor em mãos”, argumentou.