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Preço médio de diárias hoteleiras no Brasil cai 3% em 2014
Ficou mais barato se hospedar em um hotel no Brasil em 2014. Mesmo com a realização da Copa do Mundo, no meio do ano, o preço médio pago por um quarto de hotel no país durante o ano foi de de R$ 328, o equivalente a uma queda de 3% em relação ao ano anterior.
De acordo com o mais recente relatório Hotel Price Index (HPI), da Hoteis.com, que analisa os preços de diárias pagas por viajantes no mundo todo, se por um lado o evento esportivo concentrou os olhares do mundo para o país, por outro obrigou uma série de eventos como encontros, conferências e exposições a serem cancelados e adiados.
São Paulo, principal polo do chamado turismo de negócios no Brasil, foi o símbolo da mudança de ritmo. Mesmo sediando seis partidas durante o mundial da Fifa, incluindo a semifinal entre Argentina e Holanda, a capital paulista sofreu uma queda de 5% nos preços médios pagos em suas acomodações. O tursita pagou, em média, R$ 305 por uma diária.
Entre outras sedes que tiveram retração estão o Recife, Belo Horizonte e Cuiabá. Nas capitais pernambucana e mineira, o percentual de queda foi 8%, como os valores médios pagos por uma diária de R$ 301e R$ 250, respectivamente. Já no destino mato-grossense a redução foi 9%, fechando 2014 com um valor médio de R$ 211.
Em outras cidades, no entanto, houve aumento. O Rio de Janeiro registrou um aumento de 4% em relação a 2013. A sede da final da Copa do Mundo liderou o ranking no valor médio pago em 2014, com R$ 500, em parte devido a altíssima taxa de ocupação ocorrida durante o evento futebolístico, de 93,8%, nível que alcançou 99,75% na final entre Alemanha e Argentina.
Outros destaques positivos são Fortaleza, Natal e Salvador. A capital cearense teve a maior alta na média de preços, 34% (valor médio de R$ 319). Já o destino potiguar subiu 27% (R$ 307) e a capital baiana aumentou em 15% (R$ 278).
“As cidades-sede registraram taxas de ocupação bastante elevadas e as tarifas
diárias em algumas dessas cidades chegaram a níveis extremamente elevados. No entanto, as diárias exorbitantes e a falta de disponibilidade eram exceções, e não regras”, disse Carolina Piber, gerente geral da marca Hoteis.com na América Latina.
Segundo ela, o impacto da instabilidade econômica no país, “apesar da Copa do Mundo ter sido uma grande oportunidade para acolher a demanda externa”, os altos e baixos da economia brasileira, além da variação do real perante o dólar, também representaram um grande desafio para os viajantes no momento de programar as viagens, seja para o exterior quanto para o próprio país.
Fora da Copa do Mundo, Florianópolis e Gramado registram alta, ao passo que Foz do Iguaçu e Campinas caíram. Tirando o foco das sedes do Mundial, a cidade gaúcha de Gramado registrou o melhor desempenho, com um aumento de 26% no valor médio pago por quarto em suas hospedagens, alcançando a marca de R$ 375. Florianópolis, em Santa Catarina, também contou com crescimento, cujo valor médio foi de R$ 258, resultado 5% maior do que em 2013.
Em São Luís, o valor médio pago por hospedagem recuou para R$ 203, registrando a maior queda para cidades fora da Copa, com 12% para o destino maranhense. Campinas e Foz do Iguaçu ficaram logo atrás, com 11% - o destino paulista teve um valor médio de R$ 292 no ano e a cidade paranaense R$ 231. Dos 36 destinos analisados, a cidade com menor valor médio foi Ribeirão Preto (R$ 171).
De acordo com o mais recente relatório Hotel Price Index (HPI), da Hoteis.com, que analisa os preços de diárias pagas por viajantes no mundo todo, se por um lado o evento esportivo concentrou os olhares do mundo para o país, por outro obrigou uma série de eventos como encontros, conferências e exposições a serem cancelados e adiados.
São Paulo, principal polo do chamado turismo de negócios no Brasil, foi o símbolo da mudança de ritmo. Mesmo sediando seis partidas durante o mundial da Fifa, incluindo a semifinal entre Argentina e Holanda, a capital paulista sofreu uma queda de 5% nos preços médios pagos em suas acomodações. O tursita pagou, em média, R$ 305 por uma diária.
Entre outras sedes que tiveram retração estão o Recife, Belo Horizonte e Cuiabá. Nas capitais pernambucana e mineira, o percentual de queda foi 8%, como os valores médios pagos por uma diária de R$ 301e R$ 250, respectivamente. Já no destino mato-grossense a redução foi 9%, fechando 2014 com um valor médio de R$ 211.
Em outras cidades, no entanto, houve aumento. O Rio de Janeiro registrou um aumento de 4% em relação a 2013. A sede da final da Copa do Mundo liderou o ranking no valor médio pago em 2014, com R$ 500, em parte devido a altíssima taxa de ocupação ocorrida durante o evento futebolístico, de 93,8%, nível que alcançou 99,75% na final entre Alemanha e Argentina.
Outros destaques positivos são Fortaleza, Natal e Salvador. A capital cearense teve a maior alta na média de preços, 34% (valor médio de R$ 319). Já o destino potiguar subiu 27% (R$ 307) e a capital baiana aumentou em 15% (R$ 278).
“As cidades-sede registraram taxas de ocupação bastante elevadas e as tarifas
diárias em algumas dessas cidades chegaram a níveis extremamente elevados. No entanto, as diárias exorbitantes e a falta de disponibilidade eram exceções, e não regras”, disse Carolina Piber, gerente geral da marca Hoteis.com na América Latina.
Segundo ela, o impacto da instabilidade econômica no país, “apesar da Copa do Mundo ter sido uma grande oportunidade para acolher a demanda externa”, os altos e baixos da economia brasileira, além da variação do real perante o dólar, também representaram um grande desafio para os viajantes no momento de programar as viagens, seja para o exterior quanto para o próprio país.
Fora da Copa do Mundo, Florianópolis e Gramado registram alta, ao passo que Foz do Iguaçu e Campinas caíram. Tirando o foco das sedes do Mundial, a cidade gaúcha de Gramado registrou o melhor desempenho, com um aumento de 26% no valor médio pago por quarto em suas hospedagens, alcançando a marca de R$ 375. Florianópolis, em Santa Catarina, também contou com crescimento, cujo valor médio foi de R$ 258, resultado 5% maior do que em 2013.
Em São Luís, o valor médio pago por hospedagem recuou para R$ 203, registrando a maior queda para cidades fora da Copa, com 12% para o destino maranhense. Campinas e Foz do Iguaçu ficaram logo atrás, com 11% - o destino paulista teve um valor médio de R$ 292 no ano e a cidade paranaense R$ 231. Dos 36 destinos analisados, a cidade com menor valor médio foi Ribeirão Preto (R$ 171).