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Agropecuária Mata Sul nega que tenha lançado agrotóxicos sobre agricultores
O advogado da Agropecuária Mata Sul, Leonardo Pinto, negou que a empresa tenha atingido pessoas e plantações durante pulverização de agrotóxicos realizada por drones, na cidade de Jaqueira, conforme foi noticiado na imprensa. Segundo o advogado, a pulverização foi realizada apenas no pasto, não causou nenhum prejuízo a terceiros, e a denúncia falsa foi feita por invasores que estão em conflito de terras com a Agropecuária Mata Sul.
A ação de pulverização por drones foi realizada no mês de setembro, por uma empresa contratada pela Agropecuária Mata Sul que, de acordo com o advogado, seguiu todas as regras de segurança estabelecidas pela legislação em vigor. “A Agropecuária Mata Sul sempre agiu na estrita legalidade e seguindo todas as determinações acerca da aplicação de qualquer insumo, não havendo causado qualquer dano seja ao meio ambiente seja aos animais ou seres humanos”, enfatizou Leonardo.
Ele afirma que não há comprovação de qualquer dano causado pela empresa, muito menos às comunidades. “São denúncias vazias e com cunho unicamente eleitoreiro. Ao contrário das falaciosas afirmações, a empresa sempre cuidou do meio ambiente, tanto é que vem fazendo reiteradas denúncias aos órgãos de proteção ambiental, como CPRH, IBAMA, ICMBioetc sobre as constantes invasões na área de preservação permanente existente no local: a RPPN Frei Caneca, sendo que, infelizmente, até o momento, nenhuma medida foi tomada pelos órgãos para coibir os crimes ambientais”, detalha Leonardo
Leonardo Pinto lembra que a Justiça já deferiu diversas medidas a favor da Agropecuária Mata Sul para reintegrá-la na posse das áreas por ela arrendadas. “A empresa sempre agiu pautada na legalidade dos seus atos e possui liminares já deferidas de reintegração de posse/interdito proibitório, concedidas pela Comarca de Maraial e mantidas no Tribunal de Justiça de Pernambuco, demonstrando tanto sua legalidade como a ilegalidade das invasões perpetuadas por terceiros”, completa.
Para ele, é importante também destacar as atividades da empresa, que é a primeira com projeto de utilização do sistema silvipastoril (sistema lavoura-pecuária-floresta) de Pernambuco, consorciando criação de gado com produção de madeira. Também é a primeira empresa da Zona da Mata a colher milho através de equipamento autopropelido
Atualmente gera 40 empregos diretos, sendo a segunda maior empregadora da região, sendo superada apenas pela Prefeitura de Jaqueira, devendo chegar a cerca de 200 funcionários quando da implantação completa dos projetos, incluindo beneficiamento de madeira e do milho. Além disso, a empresa está gerando energia através de placas fotovoltaicas, energia limpa, tanto para seu consumo como para comercialização, e fazendo o programa Pipa Social, onde, a partir de janeiro, serão assistidas 100 crianças de 0 a 3 anos.