Santa Cruz veta venda definitiva do Arruda e exige modelo de comodato na nova SAF
Presidente do Santa Cruz impõe comodato como modelo para uso do Arruda em negociação da nova proposta da SAF
O processo de transformação do
Além da proteção ao patrimônio imobiliário, Bruno Rodrigues estabeleceu uma nova linha de corte para a credibilidade dos interessados. Diferente de tratativas anteriores pautadas em promessas de investimento futuro, o novo critério exige liquidez imediata.
O presidente garantiu que novos parceiros só serão anunciados oficialmente após o depósito de um aporte inicial destinado à quitação do passivo do clube. Além do passivo do clube, os novos investidores também terão que assumir os custos já pagos pela Cobra Coral Participações, que gira em torno de R$ 7,5 milhões, destinados ao pagamento dos credores no âmbito da recuperação judicial.
“Só vai sentar ao meu lado e ser anunciado como investidor depois que tiver feito o aporte inicial, quitando todo esse passivo. Eu já tive algumas informações de que os investidores estão de acordo. Evidentemente que isso entra numa conta de adiantamento para trazer tranquilidade ao clube”, explicou.
Próximos passos
Com o distrato com a Cobra Coral Participações em andamento, o Santa Cruz já sinaliza a existência de outros grupos interessados. A expectativa da diretoria é que o novo formato atraia investidores mais alinhados com a realidade institucional e patrimonial do clube, buscando um equilíbrio entre a modernização do futebol e a preservação da identidade do Arruda.